O Rebate
  • Home
  • Brasil
  • Cidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Canal VIU
  • Tecnologia
  • Internacional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
O Rebate
  • Home
  • Brasil
  • Cidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Canal VIU
  • Tecnologia
  • Internacional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
O Rebate
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Home Economia
Lula sanciona fim da taxa de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 no Remessa Conforme. ICMS continua sendo cobrado pelos estados.

Imagem: Reprodução/ Agência Brasil

Lula sanciona fim da “taxa das blusinhas” para compras de até US$ 50

Isenção do Imposto de Importação passa a ser permanente no Remessa Conforme, mas cobrança do ICMS estadual continua.

redacao Por redacao
10/09/2026 - 16:24
em Economia
0
CompartilharCompartilharCompartilhar

As compras internacionais de até US$ 50 realizadas dentro do Programa Remessa Conforme deixam definitivamente de pagar a alíquota federal de 20% que ficou conhecida como “taxa das blusinhas”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira (10) a mudança aprovada pelo Congresso Nacional.

A cobrança já estava zerada desde maio, quando o governo editou uma medida provisória alterando novamente as regras das pequenas importações. Com a aprovação pela Câmara e pelo Senado e a sanção presidencial, a alíquota zero passa a ter caráter permanente.

A regra beneficia compras feitas por pessoas físicas em plataformas certificadas pela Receita Federal no Programa Remessa Conforme. Para essas operações, o Imposto de Importação federal será de 0% quando o valor aduaneiro não ultrapassar US$ 50.

Compra ainda terá ICMS

O fim da chamada taxa das blusinhas não significa, porém, que a encomenda ficará totalmente livre de tributos.

Leia Também

Dólar cai para R$ 5,01 e Ibovespa dispara acima dos 208 mil pontos

Governo Milei prepara plano para desligar até 20 mil servidores públicos na Argentina

O ICMS continuará incidindo sobre as compras internacionais. A alíquota estadual varia atualmente entre 17% e 20%, conforme o estado de destino da mercadoria.

Na prática, o consumidor que comprar até US$ 50 em uma plataforma participante do Remessa Conforme deixa de pagar o Imposto de Importação, mas continua arcando com o tributo estadual.

Mudanças também alcançam compras acima de US$ 50

O texto aprovado pelo Congresso também modifica as regras aplicáveis às remessas internacionais de maior valor dentro do Regime de Tributação Simplificada, que alcança compras de até US$ 3 mil.

A legislação amplia a possibilidade de redução da tributação federal nessa faixa e mantém mecanismos diferenciados para plataformas que cumprem as exigências do Programa Remessa Conforme.

O Ministério da Fazenda poderá ajustar as alíquotas conforme critérios previstos na nova legislação, levando em consideração características das importações e a participação das empresas nos mecanismos de conformidade da Receita Federal.

Combate a fraudes

As novas regras também permitem a adoção de medidas para impedir o uso irregular do benefício.

O governo poderá estabelecer controles relacionados à quantidade e à frequência das encomendas, com o objetivo de identificar situações em que compras sejam divididas artificialmente para permanecer abaixo do limite de tributação.

Outro foco é impedir que o regime destinado a consumidores pessoas físicas seja utilizado para importações comerciais ou revenda de mercadorias.

Medicamentos terão tratamento diferenciado

O texto aprovado pelo Congresso também prevê benefício tributário para a importação de determinados medicamentos sem similar disponível no mercado brasileiro.

A medida procura reduzir custos para pacientes que dependem de produtos adquiridos no exterior, desde que sejam atendidas as condições estabelecidas pela legislação e pelos órgãos responsáveis pelo controle dessas importações.

Governo defende benefício ao consumidor

Ao sancionar a mudança, Lula defendeu que a retirada da cobrança federal sobre as compras menores beneficia principalmente consumidores de renda mais baixa, que utilizam plataformas internacionais para adquirir produtos de menor valor.

Setores da indústria e do varejo nacional, por outro lado, criticam a medida. Entidades argumentam que a diferença na carga tributária pode ampliar a concorrência dos produtos importados com mercadorias fabricadas ou comercializadas no Brasil.

Diante da divergência, a legislação prevê acompanhamento dos efeitos econômicos da nova política. Governo e Congresso deverão avaliar periodicamente os impactos sobre arrecadação, consumidores, comércio, indústria e empregos.

*Da Agência Fonte Exclusiva

Tags: #AliExpress#ComprasInternacionais#ComprasOnline#Economia#ICMS#importação#ImpostoDeImportação#Lula#Notícias#ReceitaFederal#RemessaConforme#Shein#TaxaDasBlusinhas#TemuConsumidor
CompartilhamentoEnviarEnviar
Notícia anterior

Solidão prolongada pode aumentar estresse e agravar problemas de saúde

Próxima notícia

Transpetro prorroga concurso com salários de até R$ 15 mil

redacao

redacao

O Rebate é um site localizado em Macaé, mas de olho em tudo o que acontece no Estado do Rio, no Brasil e no mundo.

CONTATO

E-mail:
[email protected]

Conheça O Rebate

EDITORIAS

  • Brasil
  • Canal VIU
  • Cidades
  • Concurso
  • Cultura
  • Economia
  • Esporte
  • Internacional
  • Opinião
  • Política
  • Saúde
  • Sonhos
  • Tecnologia

Criação Web Tchê Digital

Nada encontrado
Ver todos os resultados
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Cultura
  • Brasil
  • Canal VIU
  • Cidades

Criação Web Tchê Digital