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CNJ e CNMP aprovam regras sobre benefícios extras de magistrados e membros do MP; parte dos “penduricalhos” segue autorizada após decisão do STF.

Imagem: Reprodução/ Agência Brasil

CNJ e CNMP aprovam regra que mantém parte dos “penduricalhos” de magistrados

Resolução adapta decisão do STF, mas preserva auxílios como moradia e gratificações ligadas à maternidade.

Redação Por Redação
09/04/2026 - 21:22
em Brasil
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Uma resolução conjunta do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público foi aprovada nesta quinta-feira (9) e estabelece novas regras para o pagamento de benefícios adicionais a magistrados e membros do Ministério Público, conhecidos como “penduricalhos”.

A medida foi editada para adequação a uma decisão do Supremo Tribunal Federal, que determinou limites para essas verbas extras, vinculando o total ao teto remuneratório do funcionalismo público, atualmente em R$ 46,3 mil.

Mesmo com a orientação do STF, o texto aprovado manteve a autorização para o pagamento de benefícios como auxílio-moradia e uma gratificação ligada à proteção da primeira infância e à maternidade. Pela decisão da Corte, esses auxílios — assim como creche e natalidade — deveriam ser encerrados.

A resolução também reconhece a validade de pagamentos de licenças remuneradas para cursos no exterior e de gratificações por participação em cursos e concursos, desde que autorizados até 30 de março, data da publicação da ata do julgamento do Supremo.

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Esses itens estavam entre os benefícios que deveriam ser suspensos.

No julgamento realizado em 25 de março, o STF definiu que adicionais, indenizações e gratificações devem ser limitados a até 35% do salário dos ministros da Corte, referência para o teto constitucional.

Na prática, a decisão abre espaço para remunerações que podem ultrapassar R$ 62 mil mensais, podendo chegar a valores maiores ao longo da carreira com outros adicionais.

O CNJ explicou que o auxílio-moradia ficará restrito a magistrados em funções de assessoramento fora de sua lotação original. Já a gratificação voltada à proteção da primeira infância foi justificada como forma de promoção de igualdade e proteção social, especialmente para mulheres no sistema de Justiça.

*Da Agência Fonte Exclusiva

Tags: #AuxilioMoradia#Brasil#CNJ#CNMP#Justica#Magistrados#MinistérioPúblico#Pendularios#STF#TetoSalarial
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