O Rebate
  • Home
  • Brasil
  • Cidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Canal VIU
  • Tecnologia
  • Internacional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
O Rebate
  • Home
  • Brasil
  • Cidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Canal VIU
  • Tecnologia
  • Internacional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
O Rebate
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Home Saúde
Quase 15 mil crianças menores de 10 anos foram hospitalizadas por quedas no primeiro semestre de 2026. Veja os dados e os cuidados recomendados pela SBP.

Imagem: Ilustração/ Agência Fonte Exclusiva

Quedas levam quase 15 mil crianças a hospitais no Brasil em 2026

Levantamento da Sociedade Brasileira de Pediatria aponta cerca de 330 mil internações de menores de 10 anos entre 2016 e 2025 e reforça a importância da prevenção.

redacao Por redacao
21/10/2026 - 14:27
em Saúde
0
CompartilharCompartilharCompartilhar

Quedas dentro de casa, em parques e durante brincadeiras estão entre os acidentes que exigem atenção de pais e responsáveis. Somente nos primeiros seis meses de 2026, quase 15 mil crianças com menos de 10 anos precisaram de internação após esse tipo de ocorrência no Brasil. Os números reforçam a importância de medidas preventivas e da supervisão adequada durante as atividades infantis.

Os dados foram reunidos pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) a partir de registros do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre 2016 e 2025, o país contabilizou aproximadamente 330 mil internações de crianças menores de 10 anos provocadas por quedas, o equivalente a uma média de 33 mil hospitalizações por ano.

Diante desse cenário, a entidade orienta as famílias a identificar situações de risco em residências, escolas, parques e outros espaços frequentados pelas crianças. Os cuidados devem acompanhar cada fase do desenvolvimento, levando em conta a idade, a coordenação motora e o nível de autonomia dos pequenos.

Como prevenir quedas em cada fase da infância

A prevenção começa pela avaliação dos ambientes onde as crianças brincam e circulam. Instalar proteções, evitar pisos escorregadios e manter um adulto por perto são algumas das medidas que podem reduzir o risco de acidentes.

Leia Também

Brasil registra mais de 546 mil afastamentos do trabalho por transtornos mentais em 2025

SUS amplia acesso a nove medicamentos contra o câncer e inicia rastreamento intestinal

Nos primeiros meses de vida, a atenção deve ser redobrada. Bebês com menos de 1 ano não devem ficar sozinhos em camas, sofás, cadeiras, trocadores ou outras superfícies elevadas, mesmo quando ainda apresentam pouca mobilidade. A recomendação é dar preferência a brincadeiras no chão, em locais seguros.

Quando o bebê começa a sentar, também é importante evitar que fique sem apoio em situações nas quais possa cair para trás. Ao carregá-lo por escadas, o adulto deve utilizar o corrimão e ter cuidado com pisos molhados. A SBP ainda recomenda que bebês não sejam deixados sob a responsabilidade de outras crianças.

Entre 1 e 4 anos, a curiosidade e o aumento da mobilidade ampliam os riscos. Nessa fase, é importante instalar redes ou telas de proteção em janelas e sacadas, além de afastar móveis que possam facilitar o acesso a locais elevados.

Banheiros e áreas próximas a piscinas também exigem atenção por causa das superfícies molhadas. Para atividades com triciclos, patinetes e skates, os responsáveis devem escolher equipamentos adequados à idade e ao tamanho da criança, além de garantir o uso de proteção e a escolha de locais seguros, longe do trânsito.

Beliches e outras estruturas que permitem subir ou descer de alturas também precisam de supervisão.

Já entre 5 e 9 anos, as crianças costumam participar de mais atividades esportivas e brincadeiras ao ar livre. Árvores, muros, lajes e parques podem representar riscos quando há escaladas, saltos ou outras atividades que envolvam altura.

O uso de bicicletas, patinetes e skates deve ser acompanhado de equipamentos de segurança, como capacetes, joelheiras e cotoveleiras, conforme a atividade. A SBP também recomenda evitar o uso de celulares enquanto a criança caminha ou brinca, especialmente em espaços públicos, onde a distração pode aumentar a possibilidade de acidentes.

Crianças de 5 a 9 anos concentram a maioria dos casos

Os registros da SBP mostram que as crianças de 5 a 9 anos foram as mais atingidas pelas quedas que resultaram em internações entre 2016 e 2025. Nesse grupo, foram contabilizadas 193,8 mil hospitalizações ao longo do período.

Segundo a entidade, essa fase é marcada pelo aumento da participação em esportes, brincadeiras em parques e atividades que exigem maior movimentação. Embora as crianças ganhem independência, o equilíbrio e a coordenação motora ainda estão em desenvolvimento, o que pode contribuir para acidentes.

Na faixa dos 1 aos 4 anos, foram registradas 110,1 mil internações em dez anos. Entre os menores de 1 ano, o total chegou a 26,7 mil.

Nesse último grupo, as quedas de leitos responderam por 3,7 mil episódios registrados. O dado destaca a importância de não deixar bebês sozinhos em camas ou outras superfícies elevadas, mesmo por períodos curtos.

As diferenças entre as faixas etárias mostram que os cuidados precisam acompanhar as mudanças no comportamento infantil. Enquanto os bebês dependem diretamente dos adultos, as crianças mais velhas passam a explorar novos ambientes e a realizar atividades com maior autonomia.

São Paulo lidera o número de internações

O levantamento também revela diferenças na distribuição dos casos pelo país. Entre 2016 e 2025, São Paulo registrou 71,7 mil internações de crianças menores de 10 anos por quedas, liderando os números nacionais.

Minas Gerais aparece em seguida, com 33,4 mil registros, enquanto a Bahia contabilizou 27,2 mil casos.

Outros estados também tiveram números expressivos:

  • Paraná: 25,7 mil internações;
  • Ceará: 20,3 mil;
  • Santa Catarina: 16,9 mil;
  • Rio Grande do Sul: 16,6 mil;
  • Rio de Janeiro: 14,3 mil;
  • Pará: 14,2 mil.

Os dados ajudam a dimensionar a ocorrência desses acidentes no território nacional e a demanda por atendimento hospitalar. No entanto, os números absolutos não explicam, isoladamente, por que há diferenças entre os estados.

Supervisão e ambientes seguros ajudam a evitar acidentes

Para a Sociedade Brasileira de Pediatria, reconhecer os perigos antes que um acidente aconteça é uma das principais formas de reduzir as quedas na infância. Isso inclui manter os ambientes protegidos, orientar as crianças e acompanhar suas atividades de acordo com a idade e as habilidades de cada uma.

Mesmo quando já conseguem andar, correr ou utilizar brinquedos com autonomia, as crianças ainda podem ter dificuldade para reconhecer situações perigosas. Por isso, a supervisão dos adultos e o uso de equipamentos de proteção continuam sendo importantes.

Com quase 15 mil internações registradas no primeiro semestre de 2026 e aproximadamente 330 mil hospitalizações ao longo dos dez anos anteriores, o cenário reforça a necessidade de cuidados contínuos em casa e nos espaços de lazer.

Pequenas mudanças no ambiente e na rotina podem ajudar a diminuir a exposição a riscos e tornar as brincadeiras mais seguras, sem limitar a exploração e o desenvolvimento infantil.

*Da Agência Fonte Exclusiva

Tags: #AcidentesDomesticos#Brasil#Crianças#CuidadosComBebês#DesenvolvimentoInfantil#Hospitalizacoes#Notícias#PaisEResponsáveis#ParquesInfantis#Pediatria#PrevençãoDeAcidentes#PrimeiraInfancia#ProtecaoInfantil#QuedasInfantis#SaúdeInfantil#SaúdePública#SBP#segurancaemcasa#segurançainfantil#SociedadeBrasileiraDePediatria#SUS
CompartilhamentoEnviarEnviar
Notícia anterior

Festival Energia para Ler valoriza cultura e talentos de São Fidélis

Próxima notícia

Governo propõe usar R$ 11,2 bilhões em emendas para financiar transporte gratuito

redacao

redacao

O Rebate é um site localizado em Macaé, mas de olho em tudo o que acontece no Estado do Rio, no Brasil e no mundo.

CONTATO

E-mail:
[email protected]

Conheça O Rebate

EDITORIAS

  • Brasil
  • Canal VIU
  • Cidades
  • Concurso
  • Cultura
  • Economia
  • Esporte
  • Internacional
  • Opinião
  • Política
  • Saúde
  • Sonhos
  • Tecnologia

Criação Web Tchê Digital

Nada encontrado
Ver todos os resultados
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Cultura
  • Brasil
  • Canal VIU
  • Cidades

Criação Web Tchê Digital