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Home Saúde

Mulher reencontra pai após 30 anos graças a banco de DNA da polícia

Redação Por Redação
18/06/2021 - 02:53
em Saúde
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A autônoma Roselena Aparecida da Silva se emocionou ao se reencontrar com o pai, o motorista Anísio Donizete da Silva, de 65 anos. Após 30 anos, os dois se viram pela primeira vez durante uma videochamada na web. O reencontro foi possível graças ao trabalho de identificação do banco de DNA da Polícia Técnico-Científica.

“Eu já havia tentado encontrá-lo de outras formas, mas não tive resultado. Então, meu namorado me aconselhou a ir até a polícia e disse que talvez lá seria mais fácil. Deu certo e foi maravilhoso! Foi uma sensação de gratidão. Me sinto totalmente realizada”, lembrou a autônoma.

O reencontro aconteceu na última quarta-feira (16). Anísio também não conseguiu segurar a emoção ao reencontrar a filha. Há mais de 30 anos, o motorista saiu de São Gotardo, em Minas Gerais, onde morava, e atualmente reside na cidade de Rio Verde, no sudoeste de Goiás.

“O rostinho dela está muito diferente do que era. Ela era loirinha do cabelo amarelinho, agora está uma ‘moçona’ do cabelo preto”, disse o motorista.
Roselena procurava pelo pai desde que tinha 19 anos. Agora, após reencontrá-lo pela internet, ela planeja se encontrar pessoalmente com ele.

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“Vamos nos reencontrar pessoalmente, sim, é tudo o que eu e meus irmãos queremos. Quero muito poder abraçá-lo e sentir o calor de pai”, ressalta a filha.

Trabalho da polícia
Segundo a coordenadora da Polícia Técnico Científica de Rio Verde, Gabriela Silva Almeida, a coleta de DNA é feita em todo o país e as informações genéticas ficam em um banco de dados do órgão.

“Quanto mais coletar DNA de familiares melhor será para gente conseguir essa busca e assim encontrar o familiar dessa pessoa”, disse a coordenadora.

O delegado Danilo Fabiano disse que o banco de dados de DNA dos familiares da Polícia Técnico Científica é uma ferramenta que ajuda nas investigações da Polícia Civil.

“Há no banco de dados do DNA da Polícia Técnico Científica o material genético que pode ser feita a comparação e isso agiliza o trabalho da Polícia Civil, é um auxílio nos trabalhos investigativos”, disse o delegado.

As informações são do G1.

Tags: #Desaparecidos
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