Viviane Barci, esposa de Moraes, ganha projeção após sanções dos EUA e atuação jurídica da família

Advogada e empresária, ela integra o escritório da família e está ligada ao LEX, entidade incluída na lista de restrições do governo norte-americano.

Esposa de Alexandre de Moraes, Viviane Barci atua no Direito e é vinculada a instituto sancionado pelos EUA

Viviane ao lado do marido Alexandre de Moraes Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE

Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tem 56 anos, é natural de São Paulo e construiu sua carreira na área jurídica e empresarial. Formada em Direito pela Universidade Paulista (UNIP), ela também possui graduação em Propaganda e Marketing pela mesma instituição.

Viviane é sócia e dirigente do Barci de Moraes Sociedade de Advogados, escritório localizado no Itaim Bibi, Zona Sul de São Paulo, que atua em áreas como direito constitucional, administrativo, penal e empresarial. A banca também conta com a participação de dois dos três filhos do casal, que são sócios e integram a equipe jurídica.

Além do escritório, Viviane é sócia do LEX – Instituto de Estudos Jurídicos, entidade que passou a integrar a lista de sanções anunciadas pelo governo dos Estados Unidos.

Sanções e tensões diplomáticas

A relação entre o nome de Viviane e o governo norte-americano ganhou relevância após as sanções impostas pelo Tesouro dos EUA ao ministro Alexandre de Moraes, em julho, no âmbito da Lei Magnitsky. A justificativa apresentada foi a suposta prática de “prisões arbitrárias” e “restrições à liberdade de expressão” no Brasil.

Na ocasião, Scott Bessent, secretário do Tesouro, afirmou que Moraes teria atuado como “juiz e júri” em uma “caça às bruxas ilegal” contra cidadãos e empresas brasileiras e norte-americanas.
“De Moraes é responsável por uma campanha opressiva de censura, detenções arbitrárias que violam direitos humanos e processos politizados – inclusive contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. A ação de hoje deixa claro que o Tesouro continuará a responsabilizar aqueles que ameaçam os interesses dos EUA e as liberdades de nossos cidadãos”, declarou Bessent.

O episódio intensificou debates políticos e jurídicos no Brasil, reacendendo questionamentos sobre decisões do STF e sobre os desdobramentos internacionais das ações de autoridades brasileiras.

*Da Agência Fonte Exclusiva

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