Vazamento químico leva 40 mil pessoas a evacuarem cidades no sul da Califórnia

Reservatório com substância tóxica em fábrica aeroespacial apresenta risco de explosão e contaminação ambiental nos Estados Unidos.

Vazamento de substância química perigosa provoca evacuação de 40 mil pessoas no sul da Califórnia devido ao risco de explosão.

📸Reprodução/Gettyimages.ru / Allen J. Schaben / Contributor Via RT

Cerca de 40 mil moradores foram orientados a deixar suas casas no sul da Califórnia após um incidente envolvendo um tanque com produto químico perigoso em uma instalação industrial ligada ao setor aeroespacial.

O caso ocorreu na sexta-feira (22), em uma unidade da GKN Aerospace localizada na cidade de Garden Grove. Segundo informações divulgadas pela imprensa americana, um reservatório contendo metacrilato de metila começou a liberar vapores após apresentar superaquecimento.

De acordo com autoridades locais, o tanque armazenava entre 6 mil e 7 mil galões da substância química, utilizada na fabricação de materiais plásticos. Técnicos avaliam que existe risco de rompimento da estrutura, o que poderia provocar derramamento químico no solo ou até explosão.

As ordens de evacuação, inicialmente restritas à região próxima à fábrica, foram ampliadas para áreas de outras cidades do condado diante da possibilidade de contaminação atmosférica.

Equipes especializadas em materiais perigosos trabalham para controlar a temperatura do reservatório e evitar agravamento da situação. Barreiras de contenção também foram instaladas para impedir que eventual vazamento atinja redes pluviais, córregos e áreas costeiras da Califórnia.

Segundo autoridades de saúde do condado, os vapores liberados pela substância podem causar irritação nos olhos, dificuldades respiratórias, dores de cabeça, náuseas e outros sintomas relacionados à exposição química.

Escolas localizadas dentro da área de risco suspenderam as atividades temporariamente. Até o momento, não houve registro de mortos ou feridos relacionados ao incidente.

O caso mobilizou equipes de emergência e segue sendo monitorado pelas autoridades americanas enquanto especialistas tentam evitar danos ambientais e riscos à população.

*Da Agência Fonte Exclusiva 

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