O Rebate
  • Home
  • Brasil
  • Cidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Canal VIU
  • Tecnologia
  • Internacional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
O Rebate
  • Home
  • Brasil
  • Cidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Canal VIU
  • Tecnologia
  • Internacional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
O Rebate
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Home Cidades
Prefeitura de São Paulo é condenada a pagar multa de R$ 24,8 milhões por não garantir atendimento a vítimas de estupro com gestação avançada. Justiça aponta omissão grave e desrespeito aos direitos fundamentais.

Imagem: Reprodução/ Agência Brasil

Justiça condena Prefeitura de SP a pagar R$ 24,8 milhões por suspender atendimento de aborto legal

Decisão liminar aponta omissão do município em oferecer alternativas para vítimas de estupro com gestações acima de 22 semanas após fechamento de serviço no Hospital Vila Nova Cachoeirinha.

Redação Por Redação
10/10/2025 - 08:43
em Cidades
0
CompartilharCompartilharCompartilhar

A Justiça de São Paulo condenou, em decisão liminar, a Prefeitura da capital paulista ao pagamento de uma multa de R$ 24,8 milhões por não garantir atendimento a vítimas de estupro com gestações acima de 22 semanas. O serviço era oferecido pelo Hospital Vila Nova Cachoeirinha, mas foi encerrado sem que o município apresentasse alternativas.

A decisão da juíza Simone Casoretti aponta que, durante 497 dias — entre 22 de janeiro de 2024 e 2 de junho de 2025 —, a Prefeitura não ofereceu outro serviço para realizar aborto legal em casos de gravidez resultante de violência sexual fora do prazo habitual. A Defensoria Pública apresentou 15 casos de mulheres que não conseguiram atendimento no período, além da ausência de encaminhamento a outras unidades.

Segundo a magistrada, houve “desobediência institucional reiterada com nítido desprezo pelos direitos fundamentais como a saúde e a dignidade das mulheres vítimas de violência sexual”. Ela também justificou que o valor da multa diária estabelecida tem como objetivo assegurar a efetividade da decisão judicial e proteger os direitos dessas pacientes.

O montante será destinado ao Fundo Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (FEDCA), que deverá aplicar os recursos em projetos de apoio a vítimas de estupro e na ampliação do acesso ao aborto legal.

Leia Também

Rio das Ostras divulga calendário de vacinação antirrábica para cães e gatos em novembro

Festival Energia para Ler valoriza cultura e talentos de São Fidélis

Em nota enviada à TV Brasil, a Prefeitura de São Paulo afirmou que recorrerá da decisão assim que for formalmente intimada. A administração municipal defendeu que “as decisões técnicas feitas por médicos e profissionais da saúde devem prevalecer sobre questões ideológicas”. A Secretaria Municipal da Saúde também informou que o aborto legal continua sendo realizado em quatro hospitais municipais: Cármino Caricchio (Tatuapé), Fernando Mauro Pires da Rocha (Campo Limpo), Tide Setúbal (São Miguel Paulista) e Mário Degni (Jardim Sarah).

Da Agência Fonte Exclusiva.

Tags: #AbortoLegal#DefensoriaPública#DireitosDasMulheres#DireitosHumanos#HospitalPúblico#Justica#PrefeituraSP#SãoPaulo#SaúdePública#ViolênciaSexual
CompartilhamentoEnviarEnviar
Notícia anterior

Síndrome de Prader-Willi: a doença rara que causa fome insaciável e não tem cura

Próxima notícia

WhatsApp sob ataque: vírus se espalha por mensagens e já atingiu centenas no Brasil

Redação

Redação

Jornalismo é oposição. O resto é armazém de secos e molhados." ... Millôr Fernandes

O Rebate é um site localizado em Macaé, mas de olho em tudo o que acontece no Estado do Rio, no Brasil e no mundo.

CONTATO

E-mail:
[email protected]

Conheça O Rebate

EDITORIAS

  • Brasil
  • Canal VIU
  • Cidades
  • Concurso
  • Cultura
  • Economia
  • Esporte
  • Internacional
  • Opinião
  • Política
  • Saúde
  • Sonhos
  • Tecnologia

Criação Web Tchê Digital

Nada encontrado
Ver todos os resultados
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Cultura
  • Brasil
  • Canal VIU
  • Cidades

Criação Web Tchê Digital