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Paralisação dos petroleiros pressiona mercado de combustíveis e negociações

Sindicatos citam reajuste salarial, segurança e gestão como principais pautas.

Redação Por Redação
16/12/2025 - 14:20
em Canal VIU
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Petroleiros de diversas unidades do país anunciaram greve por tempo indeterminado, com início previsto após a rejeição de propostas apresentadas pela empresa nas negociações mais recentes. A paralisação pode atingir setores estratégicos da cadeia de petróleo e gás, incluindo produção, refino e logística, com reflexos diretos no mercado de combustíveis.

Segundo entidades sindicais que representam a categoria, o movimento é motivado por reivindicações trabalhistas, como reajuste salarial, manutenção de direitos previstos em acordos coletivos, condições de segurança nas unidades operacionais e questionamentos sobre mudanças na gestão e na política de investimentos da empresa.

Os sindicatos afirmam que a decisão pela greve foi tomada após assembleias realizadas em diferentes estados, nas quais a maioria dos trabalhadores votou pela paralisação. A categoria também critica o que chama de falta de avanços nas negociações e a adoção de medidas consideradas prejudiciais aos empregados.

Caso a greve se estenda, especialistas apontam que pode haver redução gradual na produção de petróleo e derivados, especialmente em refinarias e plataformas operadas por equipes reduzidas. Apesar disso, o setor costuma manter contingentes mínimos para evitar riscos operacionais e ambientais.

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A empresa informou, em nota, que acompanha o movimento e que está adotando planos de contingência para garantir a segurança das instalações e o fornecimento de combustíveis à população. A companhia também declarou que segue aberta ao diálogo com os representantes dos trabalhadores.

O Ministério de Minas e Energia e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) monitoram a situação e avaliam possíveis impactos no abastecimento nacional, principalmente se a paralisação se prolongar.

A greve dos petroleiros ocorre em um momento sensível para o setor energético, marcado por oscilações no mercado internacional do petróleo e debates sobre preços dos combustíveis, investimentos e soberania energética. As próximas rodadas de negociação devem ser decisivas para definir a duração e os efeitos do movimento.

*Da Agência Fonte Exclusiva

Tags: #EconomiaBrasileira#Energia#Gas#GreveDosPetroleiros#MercadoDeCombustíveis#Petroleo#Trabalho
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