O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A data será celebrada anualmente em 12 de março e tem como objetivo homenagear os mais de 700 mil brasileiros que morreram em decorrência da doença.
A iniciativa busca preservar a memória da maior crise sanitária da história recente do país e reforçar a importância da ciência, da vacinação e do combate à desinformação.
Data homenageia primeira vítima registrada no país
O dia 12 de março foi escolhido em referência à morte da diarista Rosana Urbano, de 57 anos, considerada a primeira vítima fatal da Covid-19 no Brasil. Ela faleceu em 2020, no Hospital Municipal do Tatuapé, em São Paulo.
Segundo o governo federal, a criação da data representa um gesto de respeito às famílias enlutadas e uma forma de conscientizar a população sobre os impactos da pandemia.
Ministério da Saúde promoverá exposições
O Ministério da Saúde anunciou uma exposição itinerante que passará por várias capitais brasileiras para relembrar o período da pandemia.
Entre junho e julho, também será inaugurada uma mostra permanente no Centro Cultural do Ministério da Saúde, na cidade do Rio de Janeiro.
O ministro Alexandre Padilha afirmou que preservar a memória das vítimas é fundamental para evitar que tragédias semelhantes se repitam.
Pandemia deixou marcas profundas
Além das mortes, a Covid-19 provocou sequelas em milhares de pacientes, ampliou o número de órfãos e causou sobrecarga no sistema de saúde em diferentes fases da crise.
A vacinação em massa foi decisiva para controlar a disseminação do vírus e reduzir o número de casos graves e mortes.
*Da Agência Fonte Exclusiva