PRF lança campanha Maio Amarelo em Brasília com foco na proteção de pedestres e ciclistas

Iniciativa reforça educação no trânsito e alerta para mais de 30 mil mortes anuais no Brasil.

PRF abre campanha Maio Amarelo 2026 em Brasília com ações educativas e de fiscalização para reduzir acidentes e mortes no trânsito em todo o país.

Imagem: Reprodução/ Agência Brasil

Com o objetivo de reforçar a conscientização sobre a segurança viária, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) lançou nesta terça-feira (5), em Brasília, a campanha Maio Amarelo 2026.

A iniciativa deste ano tem como lema “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas” e foca na proteção de pedestres, ciclistas e motociclistas.

A campanha busca incentivar comportamentos mais responsáveis e solidários entre todos os usuários das vias, partindo do princípio de que o respeito mútuo é fundamental para a redução dos acidentes.

O Brasil ainda enfrenta um cenário preocupante, com mais de 30 mil mortes registradas anualmente no trânsito.

Ao longo de maio, estão previstas ações educativas e operações de fiscalização em todo o país, com o objetivo de prevenir acidentes e aumentar a segurança nas rodovias. Autoridades defendem que a mudança de comportamento deve começar pela educação.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, destacou a importância de incluir a temática do trânsito no ambiente escolar, em parceria com o Ministério da Educação, como forma de promover uma mudança cultural desde a infância.

O diretor-geral da PRF, Fernando Oliveira, ressaltou que a segurança no trânsito depende da responsabilidade compartilhada entre governo e população. Segundo ele, fatores como excesso de velocidade, ultrapassagens indevidas e consumo de álcool continuam entre as principais causas de acidentes.

Dados recentes mostram que, apesar de uma leve queda em 2025, os números voltaram a subir em 2026. Entre janeiro e março deste ano, foram registradas cerca de 1.400 mortes, além de mais de 20 mil feridos e 17,5 mil acidentes nas rodovias brasileiras.

*Da Agência Fonte Exclusiva

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