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João Ricardo Rangel Mendes enfrenta prisão preventiva e pedido de inclusão na Interpol

reprodução de imagem de notícias sobre o pedido do MPRJ

Justiça decreta nova prisão de ex-CEO da Hurb; MP pede inclusão na Interpol

João Ricardo Rangel Mendes responde a milhares de processos civis e criminais após descumprimento de medidas judiciais e tentativa de fraude.

Redação Por Redação
12/01/2026 - 07:51
em Brasil
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O ex-CEO da agência de viagens Hurb, João Ricardo Rangel Mendes, enfrenta atualmente mais de 1.400 processos na esfera cível, movidos por clientes que não conseguiram realizar viagens contratadas. Entre eles está o conselheiro tutelar Matheus Faria, que há dois anos aguarda uma viagem de lua de mel a Roma, que tinha forte significado religioso para ele e sua esposa. O casal chegou a pagar mais de R$ 4,5 mil pelo pacote adquirido, e, após descumprimento de decisão judicial pela empresa, busca agora indenização diretamente dos sócios, incluindo João Ricardo.

Além das ações civis, Mendes também responde a processos criminais. Em abril de 2025, foi preso em flagrante por furtar obras de arte de um hotel e peças de um escritório de arquitetura. Posteriormente, sua prisão foi substituída por medidas cautelares, como entrega de relatórios médicos mensais e uso de tornozeleira eletrônica, com restrição de saída do estado do Rio de Janeiro por períodos superiores a 30 dias. Segundo o Ministério Público, essas medidas foram descumpridas.

Na primeira semana de janeiro de 2026, João Ricardo foi detido novamente no Aeroporto de Jericoacoara (Ceará) ao tentar embarcar para São Paulo utilizando documento falso e com a tornozeleira descarregada. Após audiência de custódia, ele foi solto, mas a Justiça do Rio decretou nova prisão preventiva, considerando que o descumprimento das medidas representa risco à ordem pública.

Diante da situação, o Ministério Público do Rio (MPRJ) solicitou a inclusão do ex-executivo na lista vermelha da Interpol e o bloqueio de seu passaporte. A Hurb teve seu cadastro cancelado pelo Ministério do Turismo em abril de 2025, e o Procon-RJ registrou mais de 8 mil reclamações contra a empresa nos últimos quatro anos, resultando na cassação do alvará de funcionamento.

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A defesa de João Ricardo Rangel Mendes afirmou que só se manifestará sobre o pedido de inclusão na lista vermelha da Interpol após decisão judicial final e preferiu não comentar sobre os demais processos.

*Da Agência Fonte Exclusiva

Tags: #Hurb#Interpol#JoãoRicardoRangelMendes#MinistérioPúblico#PassaporteBloqueado#ProcessosCivis#ProcessosCriminais#Turismo
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