O Rebate
  • Home
  • Brasil
  • Cidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Canal VIU
  • Tecnologia
  • Internacional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
O Rebate
  • Home
  • Brasil
  • Cidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Canal VIU
  • Tecnologia
  • Internacional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
O Rebate
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Home Tecnologia
Tecnologia converte gás poluente em ácido fórmico e pode revolucionar a indústria

📸 Ilustração/Fonte Exclusiva

Cientistas desenvolvem eletrodo capaz de capturar CO₂ do ar e transformá-lo em ácido fórmico

Tecnologia integra captura e conversão de carbono em um único sistema e apresenta desempenho superior em testes com gases de combustão simulados.

Redação Por Redação
02/02/2026 - 12:46
em Tecnologia
0
CompartilharCompartilharCompartilhar

A emissão de dióxido de carbono (CO₂) por fornos domésticos, lareiras e instalações industriais continua sendo uma das principais fontes de poluição atmosférica e de agravamento do efeito estufa. Agora, pesquisadores apresentaram uma solução que pode transformar esse problema em oportunidade: um eletrodo inovador capaz de capturar o CO₂ diretamente do ar e convertê-lo em ácido fórmico, um composto químico de alto valor industrial.

O estudo foi publicado na revista científica ACS Energy Letters. Segundo Wonyong Choi, um dos autores correspondentes da pesquisa, a principal inovação está na integração de dois processos que tradicionalmente ocorrem separadamente.

“Este trabalho demonstra que a captura e a conversão de carbono não precisam ser tratadas como etapas separadas. Ao integrar ambas as funções em um único eletrodo, demonstramos um caminho mais simples para a utilização de CO₂ em condições gasosas realistas”, explicou o pesquisador.

Por que transformar CO₂ ainda é um desafio

Embora a captura de dióxido de carbono pareça simples — especialmente quando comparada ao processo natural realizado pelas plantas —, convertê-lo em produtos úteis continua sendo um obstáculo tecnológico. Em ambientes industriais reais, o CO₂ raramente está isolado: ele se mistura a gases como nitrogênio e oxigênio.

Leia Também

Volkswagen faz recall de 72,7 mil carros elétricos por risco de incêndio

Meta nega restringir alcance de publicações da campanha de Lula e cita falhas técnicas

Grande parte das tecnologias atuais só funciona de forma eficiente quando o CO₂ já foi previamente separado e concentrado. Esse requisito eleva custos e reduz a viabilidade de aplicação em larga escala.

Para enfrentar esse desafio, os cientistas Donglai Pan, Myoung Hwan Oh, Wonyong Choi e equipe decidiram desenvolver um sistema capaz de operar em condições mais próximas da realidade industrial. O objetivo era criar um dispositivo que pudesse processar gases de combustão diretamente, convertendo até mesmo baixas concentrações de CO₂ em um produto comercialmente relevante.

Como funciona o eletrodo de três camadas

O novo dispositivo foi projetado com uma estrutura de três camadas que permite a passagem do gás enquanto realiza, simultaneamente, a captura e a conversão do dióxido de carbono.

O sistema é composto por:

  • Um material especializado na captura de CO₂
  • Uma folha de papel carbono permeável a gases
  • Uma camada catalítica de óxido de estanho (IV)

Essa combinação possibilita que o dióxido de carbono seja convertido diretamente em ácido fórmico dentro do próprio eletrodo.

O ácido fórmico tem ampla aplicação industrial. Ele pode ser utilizado em células de combustível, na conservação de produtos, na indústria química e em diversos processos industriais. Produzi-lo a partir de gases de escape pode tornar a reutilização do carbono mais prática e economicamente viável.

Desempenho superior em testes simulados

Nos testes realizados com CO₂ puro, o novo eletrodo apresentou eficiência aproximadamente 40% superior à de tecnologias convencionais em condições laboratoriais equivalentes.

A diferença ficou ainda mais evidente quando os pesquisadores utilizaram um gás de combustão simulado, contendo 15% de CO₂, 8% de oxigênio e 77% de nitrogênio — uma composição mais próxima da realidade industrial. Mesmo nessas condições, o sistema manteve produção significativa de ácido fórmico, enquanto outros eletrodos apresentaram desempenho bastante limitado.

Além disso, o dispositivo demonstrou capacidade de capturar dióxido de carbono em concentrações semelhantes às encontradas na atmosfera, indicando potencial de funcionamento em ar ambiente.

Perspectivas futuras

De acordo com os pesquisadores, a tecnologia abre caminho para a integração da captura e reutilização de carbono em processos industriais reais, reduzindo a complexidade dos sistemas atuais.

A equipe também aponta que o conceito pode ser adaptado futuramente para capturar e converter outros gases de efeito estufa, como o metano, ampliando o impacto ambiental da tecnologia.

O estudo contou com financiamento da Fundação Nacional de Pesquisa da Coreia.

*Da Agência Fonte Exclusiva

Tags: #CapturaDeCarbono#Ciência#CO2#energialimpa#IndústriaVerde#Inovação#MudançasClimaticas#Sustentabilidade#TecnologiaAmbiental
CompartilhamentoEnviarEnviar
Notícia anterior

Novo piso nacional de R$ 1.621 passa a valer nesta segunda-feira

Próxima notícia

Pix ganha novas regras de segurança para combater golpes e fraudes

Redação

Redação

Jornalismo é oposição. O resto é armazém de secos e molhados." ... Millôr Fernandes

O Rebate é um site localizado em Macaé, mas de olho em tudo o que acontece no Estado do Rio, no Brasil e no mundo.

CONTATO

E-mail:
[email protected]

Conheça O Rebate

EDITORIAS

  • Brasil
  • Canal VIU
  • Cidades
  • Concurso
  • Cultura
  • Economia
  • Esporte
  • Internacional
  • Opinião
  • Política
  • Saúde
  • Sonhos
  • Tecnologia

Criação Web Tchê Digital

Nada encontrado
Ver todos os resultados
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Cultura
  • Brasil
  • Canal VIU
  • Cidades

Criação Web Tchê Digital