A confirmação da terceira morte por suspeita de intoxicação por metanol na Grande São Paulo reforça os perigos das bebidas adulteradas. O metanol, de fórmula CH3OH, é um álcool usado na indústria química para a produção de solventes, pisos e adesivos, mas nunca deve ser consumido.
Diferente do etanol, obtido pela fermentação de açúcares e seguro em doses moderadas, o metanol é altamente tóxico. Pequenas quantidades já são suficientes para provocar sintomas como dor de cabeça, visão turva, náusea, tontura e até falência de órgãos.
O Ministério da Agricultura e Pecuária estabelece limites mínimos apenas para resíduos inevitáveis de fermentação, mas o produto não pode ser adicionado intencionalmente a bebidas.
O Procon-SP alerta para sinais de adulteração como preços muito baixos, embalagens com falhas, rótulos desalinhados, ausência de informações de fabricante ou número de lote. A recomendação é não realizar testes caseiros e buscar atendimento médico imediato em caso de suspeita de consumo.
*Da Agência Fonte Exclusiva.
