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Home Saúde

Dado de vale-transporte indica que modelo híbrido de trabalho ‘pegou’

Redação Por Redação
24/04/2022 - 14:03
em Saúde
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No primeiro trimestre do ano, o volume de pedidos das empresas para a aquisição de vale-transporte para seus funcionários ficou 26% abaixo do montante adquirido no mesmo período de 2020, período pré-pandemia, segundo levantamento da fintech Otimiza, especializada em benefícios corporativos.

De acordo com os dados da pesquisa, entre janeiro e março de 2020, o montante direcionado das corporações para compra de vale-transporte foi de R$ 12,3 milhões. No ano seguinte, no mesmo período, em que o país vivia um momento crítico da covid-19, houve uma queda de 24,3%, para R$ 9,8 milhões.

Este ano, mesmo com a redução do número de casos e de mortes causadas pelo coronavírus e a volta à circulação das pessoas, o ritmo de solicitações do vale-transporte continuou caindo, somando R$ 9,7 milhões, 1,5% inferior ao do mesmo período do ano passado e 26% menor ao registrado no primeiro trimestre de 2020, antes do início das restrições de mobilidade.

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Anderson Belém, presidente da Otimiza, avalia que uma boa parte das empresas não só migraram definitivamente para o regime híbrido, como também começaram um processo de reinvenção de seus conceitos relacionados aos benefícios e ao bem-estar dos seus colaboradores.

“Com uma grande parcela de suas equipes em home office ou trabalho híbrido, os gestores estão percebendo que o vale-transporte, assim como o vale-combustível ou vale-refeição da forma como eram oferecidos anteriormente talvez não façam mais sentido, porque o colaborador tende a comer em casa, fazer o próprio almoço”, observa, em nota.

Para ele, diante deste cenário, há uma tendência de as empresas reavaliarem seus planos de benefícios.

As informações são do Valor Investe.

Tags: #Trabalho híbrido#Trabalho Remoto#Vale Transporte
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