O Rebate
  • Home
  • Brasil
  • Cidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Canal VIU
  • Tecnologia
  • Internacional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
O Rebate
  • Home
  • Brasil
  • Cidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Canal VIU
  • Tecnologia
  • Internacional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
O Rebate
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Home Saúde
Imagem: Olhar Digital/DALL-E

Imagem: Olhar Digital/DALL-E

Aceitação da clonagem digital é analisada em novo estudo

Ideia é mais aceitável desde que exista consentimento da pessoa a ser clonada

Redação Por Redação
06/01/2024 - 19:06
em Saúde
0
CompartilharCompartilharCompartilhar

Uma das propostas mais controversas sobre a vida após a morte (ou algo nessa linha) tem a ver com a clonagem digital. Por exemplo, em uma espécie de tecnologia que simula precisamente a personalidade de quem se foi, permitindo a quem ficou continuar tendo a companhia da pessoa.

Atualmente, essa ideia tem ganhado mais força graças aos avanços da inteligência artificial generativa. Porém, ainda há muitas dúvidas e dilemas éticos a esse respeito. Inclusive, porque a clonagem digital envolve não só os interesses das pessoas vivas, como os do clonado.

Em um novo estudo, o professor Masaki Iwasaki, da Universidade Nacional de Seul, buscou analisar como as pessoas avaliam a clonagem digital. E a ideia se mostrou mais aceitável para os casos onde a pessoa falecida deu permissão antecipadamente (58% dos entrevistados).

Receio com a clonagem digital

Mas mesmo assim, essa “ressurreição virtual” dividiu opiniões. Muitos foram relutantes com qualquer procedimento do tipo, mesmo com consentimento do falecido. Já sem a pessoa ter dado consentimento (ou até com o falecido tendo discordado da clonagem quando era vivo), apenas 3% dos entrevistados aceitaram a ideia – e quando a pergunta foi sobre se o entrevistado aceitaria ser clonado, 59% das respostas foram negativas.

Leia Também

Quedas levam quase 15 mil crianças a hospitais no Brasil em 2026

Brasil registra mais de 546 mil afastamentos do trabalho por transtornos mentais em 2025

Iwasaki aponta que uma atitude cautelosa é documentar os desejos relacionados à própria morte. Como uma comunicação clara à família para ser considerada em momentos futuros. Algo que faz bastante sentido, já que ferramentas e aplicativos de inteligência artificial já estão bem avançados quando o assunto é chatbots personalizados e geração de avatares.

Via EurekAlert

Tags: #Clonagem#Clonagem Digital
CompartilhamentoEnviarEnviar
Notícia anterior

Por que CPI contra padre Júlio pode ser revés para direita

Próxima notícia

Câmeras, vidros blindados, grades: saiba o que mudou em Brasília após ataques de 8 de janeiro

Redação

Redação

Jornalismo é oposição. O resto é armazém de secos e molhados." ... Millôr Fernandes

O Rebate é um site localizado em Macaé, mas de olho em tudo o que acontece no Estado do Rio, no Brasil e no mundo.

CONTATO

E-mail:
[email protected]

Conheça O Rebate

EDITORIAS

  • Brasil
  • Canal VIU
  • Cidades
  • Concurso
  • Cultura
  • Economia
  • Esporte
  • Internacional
  • Opinião
  • Política
  • Saúde
  • Sonhos
  • Tecnologia

Criação Web Tchê Digital

Nada encontrado
Ver todos os resultados
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Cultura
  • Brasil
  • Canal VIU
  • Cidades

Criação Web Tchê Digital