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Home Política
PT e aliados pedem prisão de autoridades de São Paulo por suposta redução de ônibus no segundo turno. Ação também solicita multa e ampliação da votação.

Imagem: Reprodução/ Paulo Pinto/Agência Brasil

PT pede prisão de autoridades de SP por redução de ônibus

Federação Brasil da Esperança afirma que cerca de 4 mil coletivos ficaram fora de circulação e solicita multa de R$ 1 milhão por hora, além da ampliação do horário de votação.

redacao Por redacao
25/10/2026 - 16:26
em Política
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A operação dos ônibus municipais de São Paulo entrou no centro de uma disputa judicial neste domingo (25), durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2026.

A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, acionou a Justiça Eleitoral alegando que a quantidade de veículos em circulação estava abaixo do determinado para o dia da votação.

Na ação apresentada à 1ª Zona Eleitoral, os partidos solicitaram a prisão em flagrante do secretário municipal de Mobilidade Urbana, Celso Jorge Caldeira, e do presidente da SPTrans, Victor Hugo Borges.

A federação também pediu medidas para restabelecer a operação integral do transporte coletivo, argumentando que a redução dos ônibus poderia dificultar o deslocamento dos eleitores até as seções.

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Até as informações inicialmente divulgadas, não havia confirmação de que a Justiça tivesse autorizado as prisões solicitadas.

Partidos apontam cerca de 4 mil ônibus fora das ruas

A denúncia utiliza informações publicadas pelo portal Metrópoles sobre a circulação dos coletivos na capital paulista.

Segundo os números apresentados na petição, a cidade possui uma frota de quase 14 mil ônibus, mas menos de 10 mil estariam operando durante o segundo turno.

A diferença representa aproximadamente 4 mil veículos que, conforme a alegação dos partidos, não teriam sido colocados em circulação.

A federação sustenta que a situação contraria uma determinação judicial para disponibilizar toda a frota, garantindo condições de deslocamento aos eleitores.

Os dados, entretanto, fazem parte da argumentação apresentada na ação e ainda dependem de avaliação das autoridades responsáveis.

Ação pede multa e votação até mais tarde

Além das prisões, a Federação Brasil da Esperança solicitou a recomposição imediata da frota municipal.

O documento também pede multa de R$ 1 milhão por hora de descumprimento e a apresentação dos registros de monitoramento dos ônibus desde o início da operação.

Os partidos querem informações detalhadas sobre a circulação dos veículos por região e por empresa concessionária.

Outra solicitação é a ampliação do horário de votação em São Paulo, sob a justificativa de que possíveis falhas no transporte poderiam impedir a chegada de eleitores às urnas.

O pedido não significa que a votação tenha sido prorrogada. Qualquer alteração depende de decisão da Justiça Eleitoral.

SPTrans afirma que teve pouco tempo para reorganizar operação

A Prefeitura de São Paulo informou que comunicou às empresas de ônibus a determinação judicial no sábado (24).

Segundo a SPTrans, a notificação sobre a necessidade de disponibilizar a frota integral chegou no início da tarde, deixando um intervalo reduzido para reorganizar as escalas dos motoristas.

As concessionárias teriam relatado dificuldades para ajustar jornadas de trabalho e colocar os veículos em circulação dentro do prazo.

A justificativa apresentada pela empresa não representa uma conclusão sobre o cumprimento da ordem judicial.

TRE informa que votação segue normalmente

Apesar da denúncia, o Tribunal Regional Eleitoral informou que não havia recebido, até aquele momento, relatos de problemas capazes de comprometer a votação na capital paulista.

Segundo o tribunal, os eleitores estavam conseguindo chegar às seções e o processo eleitoral transcorria normalmente.

A Justiça Eleitoral orientou que eventuais dificuldades fossem comunicadas ao Ministério Público Eleitoral para análise.

A ação apresentada pela federação ainda depende de avaliação judicial. O pedido de prisão não significa que exista uma ordem expedida contra as autoridades municipais, assim como a denúncia não comprova, por si só, a ocorrência de crime eleitoral.

*Da Agência Fonte Exclusiva

Tags: #DireitoAoVoto#Eleições2026#FederacaoBrasilDaEsperanca#JusticaEleitoral#NoticiasDeSaoPaulo#OnibusSP#PolíticaBrasileira#PT#SãoPaulo#SegundoTurno#SPTrans#TransportePúblico#TRESP#Votação2026
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