O Rebate
  • Home
  • Brasil
  • Cidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Canal VIU
  • Tecnologia
  • Internacional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
O Rebate
  • Home
  • Brasil
  • Cidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Canal VIU
  • Tecnologia
  • Internacional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
O Rebate
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Home Internacional
Estudo indica que a redução controlada da radiação solar pode diminuir o aquecimento dos oceanos e reduzir eventos extremos, mas técnica de geoengenharia ainda gera controvérsias.

Imagem: Ilustração/ Agência Fonte Exclusiva

Estudo aponta que redução da radiação solar pode amenizar aquecimento dos oceanos e enfraquecer um Super El Niño

Pesquisa reforça debate sobre técnica de geoengenharia climática que busca reduzir a temperatura global, mas especialistas alertam para riscos ambientais e impactos na circulação atmosférica.

redacao Por redacao
17/06/2026 - 21:36
em Internacional
0
CompartilharCompartilharCompartilhar

Um novo estudo reacendeu o debate sobre o uso da geoengenharia como ferramenta para reduzir os impactos das mudanças climáticas.

Pesquisadores apontam que a diminuição controlada da radiação solar pode contribuir para reduzir o aquecimento dos oceanos e diminuir a probabilidade de eventos climáticos extremos, como a formação de um Super El Niño.

A técnica analisada é conhecida como injeção de aerossóis estratosféricos. O método prevê a liberação de partículas de enxofre na estratosfera com o objetivo de refletir parte da luz solar de volta ao espaço, reduzindo a quantidade de energia que atinge a superfície da Terra e, consequentemente, limitando o aumento das temperaturas globais.

Segundo os pesquisadores, essas partículas permaneceriam suspensas na atmosfera por vários anos, formando uma espécie de barreira temporária.

Leia Também

Governo Milei anuncia plano para desligar até 21 mil servidores na Argentina

FBI avalia contratar UFC para treinar agentes federais em técnicas de combate

O processo é inspirado nos efeitos observados após grandes erupções vulcânicas, quando compostos de enxofre lançados naturalmente na atmosfera provocam um resfriamento temporário do planeta.

O estudo ganha relevância diante dos alertas sobre a possibilidade de formação de um dos mais intensos episódios de Super El Niño já registrados.

O fenômeno ocorre quando as águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial apresentam temperaturas muito acima da média, alterando os padrões climáticos em diversas regiões do planeta e favorecendo secas prolongadas, ondas de calor, enchentes e chuvas extremas.

Os pesquisadores destacam que o cenário pode ser agravado pelas extensas ondas de calor marinhas registradas no Oceano Pacífico desde o fim de 2025.

Uma dessas áreas aquecidas se estende por cerca de 14,5 mil quilômetros, enquanto outra ocupa a faixa entre Papua-Nova Guiné e a costa da Califórnia, com temperaturas da água até 3°C acima da média histórica.

Diante desse contexto, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) projeta que temperaturas acima da média deverão persistir em grande parte do sul e oeste da América do Norte, América Central, Caribe, Europa, Norte da África e em amplas áreas da Ásia.

As estimativas apresentadas no estudo indicam que, se o aquecimento global fosse limitado a aproximadamente 1,5°C acima dos níveis pré-industriais por meio da técnica, cerca de 25% dos oceanos poderiam ser protegidos da intensificação das ondas de calor marinhas.

Em um cenário ainda mais favorável, com a elevação da temperatura global restrita a 1°C, aproximadamente 76% das áreas oceânicas sofreriam ondas de calor menos intensas e 80% registrariam eventos de menor duração.

Os maiores benefícios seriam observados no Atlântico Tropical, Oceano Índico, Oceano Ártico e Atlântico Sul.

Apesar dos possíveis resultados positivos, a técnica continua dividindo a comunidade científica. Pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, alertam que a dispersão de partículas de enxofre pode alterar significativamente a circulação atmosférica, interferindo nos sistemas de monções e modificando padrões climáticos em diferentes regiões do planeta.

Especialistas também destacam que a geoengenharia solar pode provocar efeitos colaterais relevantes, como aumento da ocorrência de chuva ácida, impactos ambientais associados à poluição atmosférica e riscos à saúde humana decorrentes da exposição às partículas utilizadas no processo.

Diante desses desafios, cientistas defendem que qualquer eventual aplicação da tecnologia seja precedida por estudos aprofundados, avaliações internacionais e rigorosos protocolos de segurança para evitar consequências ambientais indesejadas.

*Da Agência  Fonte Exclusiva

Tags: #AquecimentoGlobal#Ciência#Clima#ElNiño#EmergênciaClimática#Geoengenharia#MeioAmbiente#MudançasClimaticas#Natureza#Oceanos#OMM#OndasDeCalor#Pesquisa#SuperElNino#Sustentabilidade
CompartilhamentoEnviarEnviar
Notícia anterior

Polícia Civil do DF investiga apreensão de arma atribuída a Jair Bolsonaro após blitz da PM

Próxima notícia

Estudantes protestam na Avenida Paulista contra cortes em universidades públicas de SP

redacao

redacao

O Rebate é um site localizado em Macaé, mas de olho em tudo o que acontece no Estado do Rio, no Brasil e no mundo.

CONTATO

E-mail:
[email protected]

Conheça O Rebate

EDITORIAS

  • Brasil
  • Canal VIU
  • Cidades
  • Concurso
  • Cultura
  • Economia
  • Esporte
  • Internacional
  • Opinião
  • Política
  • Saúde
  • Sonhos
  • Tecnologia

Criação Web Tchê Digital

Nada encontrado
Ver todos os resultados
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Cultura
  • Brasil
  • Canal VIU
  • Cidades

Criação Web Tchê Digital