Dois congressistas republicanos, Rich McCormick e Maria Elvira Salazar, solicitaram ao presidente dos EUA, Donald Trump, que aplique a Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
A lei proíbe a entrada dos sancionados nos EUA, impedindo também transações financeiras com empresas e nacionais norte-americanos.
Na carta, endereçada a Trump e ao secretário de Estado, Marco Rubio, os representantes afirmaram que “o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro não é sobre justiça – é sobre eliminar opositores políticos através de lawfare judicial”. Na visão deles, Moraes transformou o judiciário brasileiro “em uma arma para esmagar opositores políticos, proteger o presidente Lula, e roubar as eleições de 2026”.
Também alertaram que a atuação do ministro da Suprema Corte é uma “ameaça crescente” aos EUA, devido a sua tentativa de “censurar” empresas norte-americanas de comunicação, atacando a liberdade de expressão e minando a soberania digital do país.
O pedido foi enviado em 25 de fevereiro de 2025, no contexto das ações judiciais mobilizadas contra o ministro nos EUA pela Trump Media & Technology Group e pela Rumble. Porém, voltou aos holofotes nesta quinta-feira, devido ao licenciamento do deputado Eduardo Bolsonaro, alegando estar sendo vítima de “perseguição”pelo judiciário brasileiro.
“O fato de Eduardo Bolsonaro, o deputado mais votado da história do Brasil e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, ser forçado a se exilar nos EUA demonstram a alarmante deterioração da democracia no maior país da América do Sul”, escreveu McCormick em seu X, encorajando que outros deputados apoiem sua proposta contra Moraes.
Da Agência Fonte Exclusiva, com informações da RT Brasil.
