Um bombardeio das Forças de Israel a um pronto-socorro no sul da Faixa de Gaza resultou na morte de 15 pessoas nesta segunda-feira (25), incluindo quatro jornalistas do canal Al Jazeera. O ataque atingiu o complexo médico Nasser, na cidade de Khan Younis, ampliando o saldo trágico de uma ofensiva militar recentemente intensificada.
A emissora de TV confirmou a morte de três membros de sua equipe: o operador de câmera Mohamed Salama, o operador Hossam al-Masri e a jornalista Mariam Abu Dakka. A identidade do quarto profissional de imprensa morto ainda não foi divulgada.
O ataque ocorre em um momento crítico de escalada do conflito. No último dia 22 de agosto, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, aprovou planos militares para assumir o controle total da Faixa de Gaza, o que tem resultado em operações mais agressivas na região.
O incidente reforça os alertas de organizações internacionais sobre os riscos a civis e à imprensa em zonas de conflito. Jornalistas têm sido vítimas frequentes nos embates, complicando a cobertura independente da crise humanitária em Gaza.
A comunidade internacional acompanha com preocupação o agravamento da situação, enquanto o número de vítimas civis continua a subir.
Da Agência Fonte Exclusiva.
