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Os nômades digitais só precisam de um computador e uma conexão à Internet para trabalhar desde qualquer lugar do mundo. (Divulgação)

Os nômades digitais só precisam de um computador e uma conexão à Internet para trabalhar desde qualquer lugar do mundo. (Divulgação)

As profissões mais bem pagas para nômades digitais

Pesquisa da Greenback Expat Tax Services analisou 6.800 anúncios de empregos remotos no mundo; EUA, França e Austrália oferecem as melhores oportunidades

Redação Por Redação
09/06/2024 - 13:17
em Economia
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Em meio a um cenário em que empresas de todo mundo passam a exigir o retorno aos escritórios, surgem mais pessoas com o desejo de pegar a estrada e trabalhar de forma remota. Os nômades digitais buscam um estilo de vida mais flexível e independente — em que possam trabalhar de qualquer lugar do mundo de forma online. Mas para tornar a transição de um emprego tradicional para um remoto confortável, é preciso ganhar cerca de US$ 72 mil ou R$ 360 mil por ano, concluiu uma pesquisa da Greenback Expat Tax Services divulgada em maio.

A empresa que presta serviços fiscais a expatriados analisou quase 6.800 anúncios de emprego publicados em todo o mundo e entrevistou cerca de mil americanos que queriam se tornar nômades digitais. Entre as profissões mais promissoras e que pagariam melhor aos que buscam este estilo de vida estavam três: cientistas de dados (US$ 132 mil ou R$ 660 mil por ano), analistas de negócios (US$ 100 mil ou R$ 500 mil por ano) e gerentes de projetos (US$ 88 mil ou R$ 440 mil por ano). No Brasil, isso significaria um salário de R$ 55 mil, R$ 41.666 e R$ 36.666 por mês, respectivamente.

Além disso, mais de um terço dos entrevistados disse não estar satisfeito com a vida no escritório e deslocamento até o ambiente de trabalho e 40% disseram estar se preparando para se tornar nômade em 2025. Pouco mais da metade dos americanos estava pensando em deixar os EUA, e os trabalhadores da Geração Z estavam mais interessados ​​em ir para o exterior.

Ainda segundo o estudo, EUA, França e Austrália seriam os países mais promissores, por oferecem as oportunidades de trabalho remoto mais lucrativas. Nos EUA, o salário médio ao ano para cientista de dados é de US$ 143 mil (R$ 715 mil). O país também teve o maior número de oportunidades remotas, com um salário médio de US$ 100 mil (R$ 500 mil), seguido da França, com US$ 90 mil (R$ 450 mil), e Austrália, com US$ 79 mil (R$ 395 mil).

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Embora não sejam os que pagam melhor, os principais empregos que os americanos em transição para o trabalho nômade desejam ter é o de criador de conteúdo, redator freelancer, assistente virtual e professor.

As informações são da Época Negócios.

Tags: #Nômades Digitais
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