Na manhã de quarta-feira (19), um advogado e guarda municipal de Rio das Ostras foi detido pela Polícia Militar por porte ilegal de arma de fogo, em São Francisco de Itabapoana, no norte do estado do Rio de Janeiro.
O flagrante aconteceu na localidade de Travessão de Barra, onde o homem foi encontrado com uma pistola Taurus TH 380 carregada e três carregadores.
A ação da PM foi desencadeada após uma denúncia recebida pelo Grupo do Conselho Comunitário de Segurança Pública, que indicava uma tentativa de invasão a uma residência na região. A denúncia relatava que quatro pessoas estariam ameaçando invadir o imóvel, o que exigia uma resposta rápida das autoridades.
Segundo informações, o advogado detido estava acompanhado de dois homens e uma mulher. O grupo teria ido ao local para cobrar de um ex-companheiro da mulher o pagamento de pensão alimentícia. A situação, inicialmente tratada como uma tentativa de invasão, revelou-se um conflito familiar, segundo constatação da Polícia.
Confronto e detenção
Quando os policiais chegaram ao local, constataram que a ocorrência se tratava de um desentendimento relacionado ao não pagamento de pensão alimentícia. No entanto, a presença da arma ilegal agravou a situação.
A mulher, que acompanhava o advogado, relatou ter sido agredida pelo proprietário da casa. Em contrapartida, o dono do imóvel alegou que houve tentativa de invasão, durante a qual uma câmera de segurança foi danificada.
O advogado e guarda municipal foi detido por porte ilegal de arma de fogo e encaminhado à delegacia para prestar depoimento. As investigações seguem em andamento para esclarecer os detalhes do caso e apurar as responsabilidades dos envolvidos.
Resposta das autoridades
O Subtenente Jordany, integrante do Grupo do Conselho Comunitário de Segurança Pública, foi responsável por acionar rapidamente o apoio da Polícia Militar, garantindo uma resposta eficiente à denúncia.
O caso reacende o debate sobre o porte ilegal de armas por agentes públicos fora de serviço e as medidas de segurança necessárias para evitar que conflitos pessoais resultem em episódios de violência.
O desfecho do caso será acompanhado de perto pelas autoridades locais e poderá gerar desdobramentos importantes na conduta de profissionais da segurança pública fora do expediente.
Segundo informações extraoficiais, o Guarda Municipal teria atuado como ouvidor e corregedor da corporação no governo Marcelino Borba.
*Com informações da Agência Fonte Exclusiva.