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RIVALDO BARBOSA

Rivaldo Barbosa foi nomeado chefe da Polícia Civil pela Intervenção Militar na Segurança Pública do Rio de Janeiro, em 2018. Foto: Reprodução da Internet

Ex-chefe da Polícia do RJ orientou onde matar Marielle para evitar entrada da PF no caso

Redação Por Redação
24/03/2024 - 18:19
em Cidades
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O delegado Rivaldo Barbosa orientou os assassinos de Marielle Franco para que o crime não fosse executado na saída da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, segundo a delação premiada de Ronnie Lessa, incluída no relatório da Polícia Federal (PF).

De acordo com Lessa, Rivaldo — que era diretor da Divisão de Homicídios e depois foi alçado a chefe da Polícia Civil — informou que isso garantiria o andamento das investigações fora do âmbito da Polícia Federal.

Caso fosse executado na saída da Câmara de Vereadores, seria mais facilmente caracterizado como “crime político” e passaria imediatamente para a PF.

De acordo com a delação, Lessa ouviu de Edmilson da Silva Oliveira, o “Macalé”, que contratou os assassinos de Marielle e tinha relação próxima com Domingos Brazão, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro: “O Rivaldo é nosso”.

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A investigação da PF aponta que a garantia de impunidade em torno do homicídio de Marielle seria “apenas mais uma que apareceu no balcão de negócios” da Divisão de Homicídios naquela gestão.

No relatório, a PF diz que Orlando Curicica — ex-policial militar que atuava como miliciano e chegou a ser envolvido indevidamente na morte de Marielle — sustenta haver um esquema de pagamento mensal de propina realizado pelas milícias para as delegacias do Rio.

A Divisão de Homicídios, segundo ele, recebia mensalmente em torno de R$ 60 mil a R$ 80 mil. “Isso quando não auferia uma remessa adicional em razão dos crimes que deixavam provas/rastros”, afirma o relatório.

Com informações da CNN.

Tags: #Chiquinho Brazão#Domingos Brazão#Marielle Franco#Rivaldo Barbosa
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