Câmeras corporais descarregadas durante morte da médica Andréa Marins no Rio de Janeiro

Polícia Militar confirma falha nos equipamentos dos agentes e mantém investigação em andamento; três policiais permanecem afastados.

A PM do Rio informou que as câmeras corporais dos policiais envolvidos na morte da médica Andréa Marins Dias estavam descarregadas. Caso segue sob investigação e agentes estão afastados

Imagem: Reprodução/ Redes Sociais

A Polícia Militar do Rio de Janeiro informou que as câmeras corporais dos três militares envolvidos na morte da médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, no domingo (15), estavam descarregadas no momento do incidente.

A corporação reforçou que todos os fatos continuam sendo investigados pela área correcional da PM.

Em nota, a Polícia Militar destacou que existem normas rígidas que obrigam os policiais a retornarem à unidade de origem para substituir os equipamentos em caso de falha ou mau funcionamento. Os três agentes permanecem afastados das atividades nas ruas.

Andréa Marins foi atingida por tiros de fuzil em Cascadura, na zona norte do Rio, enquanto retornava da casa dos pais.

O veículo da médica foi confundido com um carro utilizado por criminosos que realizavam assaltos na região.

A profissional era cirurgiã oncológica e especialista no tratamento da endometriose, com trajetória reconhecida pelo cuidado humanizado aos pacientes.

O enterro de Andréa ocorreu nesta terça-feira (17) à tarde, no Cemitério da Penitência, no bairro do Caju, na zona portuária do Rio de Janeiro.

*Da Agência Fonte Exclusiva

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