A futura ministra da Cultura, a cantora Margareth Menezes, enfrenta uma série de processos na Justiça do Trabalho. Ao menos 12 ações contra a artista foram identificadas junto a tribunais trabalhistas, de acordo com levantamento feito pelo portal Metrópoles.
Em nove desses processos, Menezes foi condenada ou firmou acordo com os funcionários, movimentando ao todo R$ 675,3 mil. Outras três ações trabalhistas, que ainda não tiveram desfecho, têm valor de causa de R$ 194,9 mil.
A cantora é dona das empresas Estrela do Mar Produções Artísticas, fundada em 2001, Pedra do Mar Produções Artísticas, criada em 2009, e Associação Fábrica Cultural, iniciada em 2004. Todas são sediadas em Salvador, na Bahia, onde Menezes nasceu.
Margareth Menezes também é acusada de não pagar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), horas extras e férias a funcionários que trabalharam com ela por mais de dez anos.
Essas ações foram ajuizadas nos tribunais regionais trabalhistas da 5ª Região (TRT-5) e da 15ª Região (TRT-15), de 2015 a 2022.
De acordo com um dos ex-funcionários de Menezes, Cláudio Fiuza, de 49 anos, que ingressou com uma ação contra ela na Justiça do Trabalho, ele foi demitido depois de quase 13 anos de trabalho sem aviso prévio.
Ele trabalhava como roadie da cantora, uma espécie de obreiro ou faz-tudo da banda, mas era contratado sem carteira assinada.
Fiuza relata em petição que seu trabalho consistia em ajudar a artista e outros músicos no palco, assim como prestar apoio durante os shows, montando e demonstrando instrumentos. Ele disse que chegou a trabalhar 16 horas por dia durante eventos.
As informações são do Yahoo.
