O Rebate
  • Home
  • Brasil
  • Cidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Canal VIU
  • Tecnologia
  • Internacional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
O Rebate
  • Home
  • Brasil
  • Cidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Canal VIU
  • Tecnologia
  • Internacional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
O Rebate
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Home Brasil
Cemaden e Instituto Alana orientam escolas sobre medidas para enfrentar ondas de calor, secas, incêndios e mudanças no regime de chuvas.

Imagem: Reprodução/Marcelo Camargo/Agência Brasil

Escolas recebem orientações para enfrentar ondas de calor, secas e incêndios

Nota técnica do Cemaden e do Instituto Alana reúne medidas para preparar redes de ensino diante do avanço dos eventos climáticos extremos.

redacao Por redacao
14/09/2026 - 15:53
em Brasil
0
CompartilharCompartilharCompartilhar

Ondas de calor, períodos prolongados de seca, incêndios e mudanças no padrão das chuvas já fazem parte dos desafios enfrentados pelas redes de ensino brasileiras.

Diante desse cenário, pesquisadores do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, e do Instituto Alana elaboraram uma nota técnica voltada à adaptação das escolas.

O documento apresenta recomendações para que secretarias municipais e estaduais de Educação possam se antecipar aos riscos e reduzir possíveis impactos sobre alunos, professores, funcionários e a própria estrutura das unidades escolares.

Mais de 40 milhões de estudantes podem estar expostos

O tamanho da rede educacional brasileira aumenta a preocupação com os efeitos dos eventos climáticos extremos. Segundo a nota técnica, existem cerca de 150 mil escolas públicas no país, frequentadas por mais de 40 milhões de estudantes potencialmente expostos a situações como calor intenso, estiagens, incêndios e chuvas fora do padrão.

Leia Também

Brasil terá alerta de tempestades no Sul e na Região Norte nesta quarta-feira

Jogos da Juventude 2026 começam em Foz do Iguaçu com recorde de participantes

Nas capitais, o levantamento identifica ainda mais de 370 mil crianças matriculadas em escolas situadas em áreas classificadas como de risco.

Para os pesquisadores, a adaptação precisa considerar que os impactos do clima não são iguais em todas as regiões. As condições locais, assim como fatores sociais e ambientais, devem fazer parte do planejamento das redes de ensino.

Educação deve trabalhar em conjunto com órgãos de emergência

Uma das principais orientações é fortalecer a comunicação entre as secretarias de Educação e os órgãos responsáveis pela prevenção e resposta a situações de emergência.

A recomendação inclui uma atuação integrada com Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Saúde, Assistência Social e Meio Ambiente. A ideia é que as escolas não precisem começar a organizar sua resposta somente depois que um evento extremo ocorrer.

Para isso, a nota propõe a criação antecipada de planos de emergência, com protocolos específicos para diferentes tipos de ocorrência. Também é importante manter canais de comunicação eficientes com as unidades escolares e acompanhar os alertas emitidos pelas autoridades.

Estrutura das escolas também precisa acompanhar mudanças

A adaptação não depende apenas de protocolos de emergência. O próprio ambiente escolar pode passar por mudanças para oferecer melhores condições durante períodos de calor intenso ou chuvas mais fortes.

Entre as medidas indicadas estão a melhoria da circulação de ar dentro das salas e a criação ou ampliação de áreas verdes. Essas soluções podem ajudar a reduzir a temperatura dos espaços e também contribuir para a absorção da água da chuva.

Os pesquisadores ressaltam, porém, que não existe uma solução única para todas as escolas. Cada projeto precisa levar em conta o clima da região, as características da comunidade, questões sociais e culturais e as necessidades de acessibilidade.

Mudanças climáticas exigem planejamento antecipado

As projeções climáticas reforçam a necessidade de preparação das redes de ensino. Segundo os dados citados no documento, havia mais de 90% de probabilidade de ocorrência de um evento de El Niño classificado como muito forte entre setembro e novembro.

As previsões também indicam temperaturas acima da média em grande parte do território brasileiro. Mesmo em um cenário de calor predominante, a passagem de massas de ar frio pode provocar quedas significativas de temperatura, especialmente durante o mês de setembro.

Diante dessas variações, a recomendação dos pesquisadores é que as redes de ensino trabalhem com diferentes cenários e mantenham protocolos que possam ser acionados conforme os riscos identificados.

Preparação pode reduzir impactos sobre estudantes

A proposta apresentada pelo Cemaden e pelo Instituto Alana é transformar a adaptação climática em parte do planejamento permanente das escolas.

Além de acompanhar previsões e alertas, as redes podem avaliar a estrutura das unidades, definir responsabilidades em situações de emergência e manter a comunidade escolar informada sobre os procedimentos necessários.

A preparação antecipada pode ajudar a reduzir os riscos para estudantes e profissionais e diminuir os prejuízos causados por eventos extremos ao funcionamento das escolas.

*Da Agência Fonte Exclusiva

Tags: #Clima#DefesaCivil#Educacao#Escolas#Estudantes#EventosClimáticos#Incêndios#InstitutoAlana#MudançasClimaticas#OndasDeCalor#SecaCemaden
CompartilhamentoEnviarEnviar
Notícia anterior

Mercado reduz previsão de inflação e mantém aposta em corte da Selic

Próxima notícia

FeMASS abre vestibular 2027 com 300 vagas para cursos de graduação em Macaé

redacao

redacao

O Rebate é um site localizado em Macaé, mas de olho em tudo o que acontece no Estado do Rio, no Brasil e no mundo.

CONTATO

E-mail:
[email protected]

Conheça O Rebate

EDITORIAS

  • Brasil
  • Canal VIU
  • Cidades
  • Concurso
  • Cultura
  • Economia
  • Esporte
  • Internacional
  • Opinião
  • Política
  • Saúde
  • Sonhos
  • Tecnologia

Criação Web Tchê Digital

Nada encontrado
Ver todos os resultados
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Cultura
  • Brasil
  • Canal VIU
  • Cidades

Criação Web Tchê Digital