O Rebate
  • Home
  • Brasil
  • Cidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Canal VIU
  • Tecnologia
  • Internacional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
O Rebate
  • Home
  • Brasil
  • Cidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Canal VIU
  • Tecnologia
  • Internacional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
O Rebate
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Home Brasil
Agência determina suspensão de suplementos alimentares após identificar riscos e descumprimento de normas sanitárias.

Imagem | Agência Brasil

Critérios da Anvisa para análise de medicamentos levantam alerta sobre igualdade entre empresas

Parecer da AGU vê risco de favorecer empresas com atuação global, enquanto Anvisa defende ganho de eficiência e transparência

Redação Por Redação
23/11/2025 - 11:26
em Brasil
0
CompartilharCompartilharCompartilhar

Leia Também

Brasil terá alerta de tempestades no Sul e na Região Norte nesta quarta-feira

Jogos da Juventude 2026 começam em Foz do Iguaçu com recorde de participantes

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alterou recentemente a forma como organiza a fila de análise de pedidos de registro, em uma mudança que, na prática, tende a favorecer empresas de maior porte, especialmente grandes grupos farmacêuticos com presença internacional.

Até então, a fila seguia uma ordem tradicional, baseada na sequência cronológica dos processos de registro dos produtos. Com a nova sistemática, ganha peso o chamado sistema de reliance, mecanismo pelo qual a agência passa a considerar, com grau elevado de confiança, avaliações já realizadas por autoridades regulatórias de outros países para determinados produtos.

Além disso, a resolução abre espaço para que uma empresa substitua um pedido por outro na fila caso desista de um processo em andamento. A mudança foi apresentada pela Anvisa como medida emergencial para acelerar a análise de medicamentos e diminuir o acúmulo de solicitações.

Um parecer da Advocacia-Geral da União (AGU), no entanto, vê riscos nesse modelo. O documento aponta que, na prática, o reliance tende a ser acessível principalmente a companhias que já possuem aprovações e certificados em mercados estrangeiros, cenário mais comum entre grandes multinacionais do setor farmacêutico. Assim, pequenas e médias empresas, que dependem exclusivamente da avaliação nacional, poderiam ficar em desvantagem competitiva.

A AGU também chama a atenção para a possibilidade de reordenar a fila, permitindo que um pedido protocolado em data posterior seja apreciado antes de outros que estavam à frente. Para o órgão jurídico, essa lógica pode contrariar princípios como a impessoalidade e a isonomia, que exigem tratamento igualitário entre administrados em situações equivalentes.

Entre as principais mudanças previstas no novo modelo estão:

  • Agrupamento de processos com características semelhantes, permitindo que pedidos de registro de produtos parecidos sejam analisados em conjunto;

  • Intensificação do uso do reliance, separando os processos passíveis de aproveitamento de decisões de agências estrangeiras das demais análises;

  • Reorganização da fila com priorização de processos considerados de menor risco sanitário e possibilidade de troca de posição mediante desistência de outros pedidos;

  • Ampliação do uso de análise online para avaliação de petições relacionadas a produtos biológicos.

O que diz a Anvisa

Questionada, a Anvisa afirmou, em nota, que as deliberações de sua Diretoria Colegiada seguem o rito administrativo previsto na legislação e que o parecer da AGU foi um dos elementos examinados no processo que resultou na alteração da fila de registros.

Segundo a agência, as ponderações apresentadas pela AGU teriam sido contempladas e respondidas no voto do relator da matéria, que, de acordo com a Anvisa, complementou a instrução processual considerada na decisão final.

A Anvisa sustenta ainda que a escolha pelo novo modelo levou em conta um conjunto de fatores técnicos, jurídicos e regulatórios, além do interesse público em aprimorar o fluxo de análise de medicamentos. De acordo com a instituição, o objetivo central é tornar o processo mais previsível, eficiente e transparente, sem afastar as garantias legais já existentes para as empresas e para a sociedade.

*Da Agência Fonte Exclusiva

Tags: #AGU#Anvisa#Indústria Farmacêutica#Medicamentosfila de análiseimpessoalidadeisonomiaregistros de medicamentosregulação sanitáriareliance regulatório
CompartilhamentoEnviarEnviar
Notícia anterior

Lanús vence o Atlético-MG nos pênaltis, é bicampeão da Sul-Americana e garante vaga na Libertadores

Próxima notícia

Após G20, Lula critica movimentação militar dos EUA e alerta para risco de conflito na América do Sul

Redação

Redação

Jornalismo é oposição. O resto é armazém de secos e molhados." ... Millôr Fernandes

O Rebate é um site localizado em Macaé, mas de olho em tudo o que acontece no Estado do Rio, no Brasil e no mundo.

CONTATO

E-mail:
[email protected]

Conheça O Rebate

EDITORIAS

  • Brasil
  • Canal VIU
  • Cidades
  • Concurso
  • Cultura
  • Economia
  • Esporte
  • Internacional
  • Opinião
  • Política
  • Saúde
  • Sonhos
  • Tecnologia

Criação Web Tchê Digital

Nada encontrado
Ver todos os resultados
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Cultura
  • Brasil
  • Canal VIU
  • Cidades

Criação Web Tchê Digital