O Rebate
  • Home
  • Brasil
  • Cidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Canal VIU
  • Tecnologia
  • Internacional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
O Rebate
  • Home
  • Brasil
  • Cidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Canal VIU
  • Tecnologia
  • Internacional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
O Rebate
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Home Internacional

Dia Internacional da Mulher: Retrocessos marcam a data em 2023

Redação Por Redação
08/03/2023 - 08:37
em Internacional
0
CompartilharCompartilharCompartilhar

Os direitos das mulheres estão regredindo no mundo, alertam as associações. Mas também há muitas mobilizações para combater as discriminações e violência de gênero.

A seguir, um panorama da situação antes de 8 de março, Dia Internacional da Mulher:

Luta pelo aborto

As feministas se mobilizaram especialmente no ano passado para defender o direito ao aborto, seja ele inexistente, ameaçado, ou questionado em muitos países.

Um exemplo emblemático é a virada nos Estados Unidos. A Suprema Corte revogou em junho a sentença “Roe v. Wade” de 1973, que garantia o direito ao aborto. Desde então, cerca de 20 estados proíbem, ou limitam, a interrupção voluntária da gravidez.

Leia Também

Governo Milei anuncia plano para desligar até 21 mil servidores na Argentina

FBI avalia contratar UFC para treinar agentes federais em técnicas de combate

Na Europa, esse direito foi enfraquecido na Hungria e na Polônia. É “consideravelmente prejudicado” na Espanha e na Itália, onde muitos médicos se recusam a praticá-lo, de acordo com o coletivo “Aborto na Europa, as mulheres decidem”.

A Colômbia deu, por sua vez, um passo adiante ao descriminalizar até a 24ª semana de gravidez, o que colocou o país entre os mais avançados da região.

Alerta no Afeganistão

Inúmeras ONGs alertam sobre a degradação dos direitos das mulheres no Afeganistão, desde o retorno dos talibãs ao poder, em agosto de 2021.

“O cenário é sombrio”, disse a Anistia Internacional, que exorta a comunidade internacional a elaborar “uma estratégia sólida e coordenada” para “pressionar” o regime islâmico.

O Talibã multiplicou medidas para tirar as mulheres do espaço público e proibiu as meninas de terem acesso ao ensino médio e à universidade.

“As mulheres que protestaram pacificamente contra essas regras opressivas foram ameaçadas, detidas, presas, torturadas”, denunciou a Anistia.

Revolta iraniana

“Mulheres, vida, liberdade”: as mulheres estão no centro dos protestos sem precedentes que abalam o Irã desde a morte, em setembro de 2022, da jovem Mahsa Amini.

Esta curdo-iraniana de 22 anos morreu três dias depois de ser presa pela polícia da moral por não usar o véu corretamente.

As mulheres jovens têm sido a ponta de lança dessas manifestações. Algumas delas tiraram e queimaram o véu, colocando sua integridade física em risco.

Esses protestos resultaram em um movimento generalizado contra o regime islâmico.

As autoridades “aplicaram de forma violenta códigos de vestimenta discriminatórios para as mulheres” e “recorreram à força excessiva e mortal contra os manifestantes”, de acordo com a ONG Human Rights Watch.

Ucrânia, uma guerra “devastadora” para as mulheres
Desde a invasão russa da Ucrânia, as mulheres vivem no exílio, ou enfrentam um dia a dia marcado pela violência.

A guerra tem “repercussões devastadoras” para mulheres e meninas ucranianas, alerta a ONU Mulheres. Em um relatório recente, destaca um “aumento alarmante da violência baseada em gênero, relações sexuais em troca de alimentos e sobrevivência (…) e casamentos de menores”.

Várias organizações denunciaram o uso do estupro como “arma de guerra” pelas forças russas.

Apesar da guerra, a Ucrânia ratificou no ano passado a Convenção de Istambul, o primeiro tratado internacional que estabelece limites legais para impedir a violência contra as mulheres.

Avanços

Mas, apesar do revés de seus direitos em certos países, as mulheres despontaram em outras áreas, como Matemática, Astronomia e Justiça.

A ucraniana Maryna Viazovska conquistou a medalha Fields no ano passado, junto com outros três matemáticos. Ela é a segunda mulher a alcançá-la desde a criação dessa distinção, em 1936.

A nova promoção da Agência Espacial Europeia inclui três homens e duas mulheres: a britânica Rosemary Coogan e a francesa Sophie Adenot.

No México e no Brasil, duas mulheres presidem dois tribunais supremos: Norma Lucía Piña e Rosa Weber lideram, respectivamente, a maior autoridade judicial de seus países.

E, na Espanha, uma lei pioneira na Europa foi aprovada em fevereiro, permitindo a licença médica menstrual.

Com informações do Extra.

Tags: #Dia da Mulher
CompartilhamentoEnviarEnviar
Notícia anterior

Os perigos dos polêmicos filtros de beleza do Tik Tok

Próxima notícia

Moraes liberta mais 149 mulheres presas por atos golpistas

Redação

Redação

Jornalismo é oposição. O resto é armazém de secos e molhados." ... Millôr Fernandes

O Rebate é um site localizado em Macaé, mas de olho em tudo o que acontece no Estado do Rio, no Brasil e no mundo.

CONTATO

E-mail:
[email protected]

Conheça O Rebate

EDITORIAS

  • Brasil
  • Canal VIU
  • Cidades
  • Concurso
  • Cultura
  • Economia
  • Esporte
  • Internacional
  • Opinião
  • Política
  • Saúde
  • Sonhos
  • Tecnologia

Criação Web Tchê Digital

Nada encontrado
Ver todos os resultados
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Cultura
  • Brasil
  • Canal VIU
  • Cidades

Criação Web Tchê Digital