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imagem universo

Imagem produzida pelo Observatório Vera C. Rubin 12/6/2025 RubinObs/NOIRLab/SLAC/NSF/DOE/AURA/Divulgação via REUTERS

Observatório do Chile captura o universo com câmera de 3.200 megapixels

Céus mais escuros sobre o árido deserto do Atacama fazem do Chile um dos melhores lugares do mundo para a observação astronômica

Redação Por Redação
28/06/2025 - 08:25
em Tecnologia
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O Observatório Vera C. Rubin do Chile, que possui a maior câmera digital do mundo, começou a exibir suas primeiras imagens do cosmos, permitindo que os astrônomos descubram como o sistema solar se formou e até mesmo se um asteroide representa uma ameaça para a Terra.

Localizado na Colina Pachón, na região de Coquimbo, o telescópio de 8,4 metros tem uma câmera de 3.200 megapixels que alimenta um poderoso sistema de processamento de dados.

“Isso realmente mudará e desafiará a maneira como as pessoas trabalham com seus dados”, disse William O’Mullane, gerente de projeto focado em dados no Vera Rubin.

O observatório detectou mais de 2.100 asteroides nunca antes vistos em 10 horas, concentrando-se em uma pequena área do céu visível. Seus pares terrestres e espaciais descobrem, no total, cerca de 20.000 asteroides por ano.

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O’Mullane disse que o observatório permitirá que os astrônomos coletem grandes quantidades de dados rapidamente e façam descobertas inesperadas.

“Em vez das habituais duas observações e da redação de um artigo acadêmico. Não, eu lhe darei um milhão de galáxias, um milhão de estrelas ou até mesmo um bilhão, porque nós as temos: 20 bilhões de medições de galáxias”, afirmou ele.

O nome do centro é uma homenagem à astrônoma norte-americana Vera C. Rubin, pioneira na descoberta de provas conclusivas da existência de grandes quantidades de material invisível conhecido como matéria escura.

A cada noite, o Rubin fará cerca de 1.000 imagens do céu do hemisfério sul, permitindo que ele cubra todo o céu do sul a cada três ou quatro noites. Os céus mais escuros sobre o árido deserto do Atacama fazem do Chile um dos melhores lugares do mundo para a observação astronômica.

“O número de alertas que o telescópio enviará todas as noites é equivalente às caixas de entrada de 83.000 pessoas. É impossível que alguém dê uma olhada em cada um deles”, disse o astrofísico Francisco Foster.

“Teremos que usar ferramentas de inteligência artificial.”

Da Agência Fonte Exclusiva, com informações da Reuters.

Tags: #Astronomia
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