Apple prepara maior transformação do iPhone desde 2017

Linha deve ganhar versão ultrafina em 2025, modelo dobrável em 2026 e design todo em vidro curvo para o iPhone 20 em 2027.

Apple vai relançar o iPhone com três revoluções: modelo Air ultrafino em 2025, primeira versão dobrável em 2026 e iPhone 20 com design em vidro curvo em 2027, segundo a Bloomberg.

(Divulgação)

A Apple está preparando a maior revolução do iPhone desde o lançamento do modelo X em 2017. De acordo com reportagem da Bloomberg, a empresa planeja uma sequência de lançamentos ousados que devem reformular completamente o design de seu produto mais importante entre 2025 e 2027, resgatando a capacidade de surpreender os consumidores.

2025: Chega o iPhone Air

Em setembro do ano que vem, a Apple substituirá o iPhone Plus pelo iPhone Air, um modelo significativamente mais fino e leve que seguirá a mesma filosofia do MacBook Air. O dispositivo fará concessões para alcançar este design: terá bateria menor, apenas uma câmera traseira e eliminará de vez o slot para chip SIM físico. Este modelo marcará também uma importante conquista tecnológica: a estreia do primeiro modem de internet desenvolvido integralmente pela Apple.

2026: A vez do iPhone dobrável

O verdadeiro divisor de águas chegará em 2026 com o primeiro iPhone dobrável da marca. Inspirado nos modelos bem-sucedidos da Samsung, o aparelho virá equipado com quatro câmeras, Touch ID e uma tela especialmente redesenhada para minimizar o vinco característico dos dispositíveis dobráveis. Fornecedores já indicam que a produção deve começar em breve para um lançamento no segundo semestre de 2026.

2027: iPhone 20 e o design revolucionário

Para celebrar os 20 anos do iPhone, a Apple prepara algo espetacular em 2027. O iPhone 20 deve adotar um design totalmente em vidro curvo, alinhado à nova filosofia de interface “Liquid Glass” que a empresa desenvolve para o iOS. Esta mudança representará a maior ruptura estética desde o iPhone X, lançado dez anos antes.

Esta sequência de inovações marca uma mudança estratégica significativa para a Apple, que após anos focando em melhorias internas de hardware e software, decidiu retomar o caminho das grandes revolucões visuais para manter a relevância e o desejo pelo seu produto mais emblemático.

Da Agência Fonte Exclusiva.

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