Ronco Incomodando? Conheça as 5 Soluções Comprovadas pela Ciência

De aparelhos modernos a exercícios simples: veja como a medicina pode ajudar a acabar com o ronco e a apneia.

Descubra quando o ronco deixa de ser inofensivo e vira alerta para apneia do sono. Conheça os sintomas perigosos, exames diagnósticos e tratamentos que salvam vidas.

Imagem: ilustração/arquivo

Roncar é um hábito comum que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Muitas vezes tratado como motivo de piada ou apenas um incômodo para quem dorme ao lado, o ronco nem sempre é inofensivo. Em alguns casos, ele pode ser um sinal de distúrbios respiratórios mais graves, como a síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS), que pode comprometer seriamente a qualidade de vida e a saúde cardiovascular.

Segundo a Associação Brasileira do Sono, cerca de 33% da população adulta brasileira ronca com frequência. O número é ainda maior entre homens e pessoas com sobrepeso. Apesar de nem todo ronco ser perigoso, os especialistas recomendam atenção a alguns sinais de alerta.

Quando se preocupar com o ronco?

De acordo com o pneumologista e especialista em medicina do sono Dr. Lucas Andrade, o ronco deve ser investigado quando:

Esses sintomas podem indicar apneia do sono, uma condição na qual as vias respiratórias se fecham temporariamente durante o sono, reduzindo o fluxo de oxigênio.

Riscos da apneia do sono

A apneia não tratada pode provocar uma série de complicações, como:

“Quem tem apneia pode parar de respirar por alguns segundos centenas de vezes por noite. Isso aumenta o risco de morte súbita e reduz drasticamente a qualidade do sono”, alerta Dr. Lucas.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico geralmente é feito por meio da polissonografia, um exame que monitora a atividade cerebral, respiratória e cardíaca durante o sono. O tratamento depende do grau da apneia e pode incluir:

Prevenção e qualidade do sono

Além de buscar ajuda médica, algumas atitudes simples podem reduzir ou evitar o ronco:

O ronco não deve ser ignorado, especialmente quando interfere na qualidade do sono ou vem acompanhado de sintomas como pausas respiratórias ou cansaço diurno. Procurar ajuda especializada é essencial para garantir saúde e bem-estar a longo prazo.

Da Agência Fonte Exclusiva

Sair da versão mobile