O mês de junho passa a integrar o calendário nacional de mobilizações voltadas à conscientização sobre a doação de sangue.
A mudança foi determinada pela Lei 15.491/2026, publicada nesta segunda-feira (24), que estabelece a realização de ações públicas durante o período para estimular a participação da população e contribuir para a manutenção dos estoques dos hemocentros.
A nova legislação prevê a realização de campanhas educativas e a elaboração de materiais informativos para ampliar o conhecimento da população sobre a importância da doação regular. A iniciativa busca reforçar a necessidade de manter os estoques de sangue em níveis suficientes para atender pacientes que dependem de transfusões.
Entre as ações autorizadas está a iluminação de prédios públicos com a cor vermelha durante o mês de mobilização. A medida tem como objetivo aumentar a visibilidade da campanha e chamar a atenção para a importância da doação.
A execução das atividades deverá observar a disponibilidade de recursos orçamentários. A proposta também prevê a atuação conjunta da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, permitindo que as campanhas sejam desenvolvidas de maneira integrada.
As ações deverão seguir as orientações definidas pelo Ministério da Saúde, que ficará responsável por estabelecer as diretrizes para a mobilização nacional. A medida pretende contribuir para uma comunicação coordenada entre os diferentes níveis de governo.
A doação de sangue é necessária em diferentes situações do sistema de saúde. Os componentes coletados podem ser utilizados em cirurgias, atendimentos de emergência, tratamentos médicos e outras situações que exigem transfusões.
Com a inclusão de junho no calendário nacional, o poder público passa a ter um novo período destinado à divulgação de informações e ao incentivo à doação. A expectativa é ampliar a conscientização sobre a necessidade de manter os estoques dos serviços de hemoterapia abastecidos ao longo do ano.
A iniciativa também reforça a importância da participação contínua dos doadores, já que a disponibilidade de sangue depende de novas doações para atender às necessidades dos pacientes e dos serviços de saúde.
*Da Agência Fonte Exclusiva
