Lula determina abertura de processo na CGU contra servidor federal acusado de agressão

Presidente afirma que violência contra mulher e criança é inadmissível e defende punição exemplar no serviço público

Lula reage a agressão e cobra punição exemplar a servidor federal

Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta quinta-feira (25) a determinação para a abertura imediata de um processo interno na Controladoria-Geral da União (CGU) contra um servidor federal envolvido em um episódio de agressão contra uma mulher e uma criança. A decisão foi divulgada pelo próprio presidente por meio de uma publicação na rede social X.

Na mensagem, Lula classificou o caso como inadmissível e afirmou que situações desse tipo exigem uma resposta firme do poder público. Segundo ele, a apuração foi solicitada diretamente ao ministro Vinícius de Carvalho, controlador-geral da União, com o objetivo de garantir a responsabilização administrativa do servidor.

De acordo com o presidente, a orientação dada à CGU é para que sejam adotadas todas as medidas cabíveis, incluindo a possibilidade de expulsão do agressor do serviço público. Lula ressaltou que a conduta de servidores deve refletir valores éticos tanto no exercício da função quanto fora do ambiente de trabalho.

Ainda na publicação, o presidente destacou que o governo federal não será conivente com casos de violência, independentemente do cargo ou da posição ocupada pelo agressor. Ele reforçou que servidores públicos devem atuar como referência de comportamento para a sociedade.

Lula também reiterou que o enfrentamento à violência contra mulheres é uma das prioridades de sua gestão. Segundo o presidente, o combate ao feminicídio e a qualquer forma de agressão contra mulheres e crianças faz parte do compromisso assumido pelo governo federal, que afirma não tolerar omissão diante desse tipo de crime.

A abertura do processo interno na CGU ocorre em meio a uma série de debates nacionais sobre a responsabilização de agentes públicos e o fortalecimento de políticas de proteção às vítimas de violência.

*Da Agência Fonte Exclusiva

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