Bacellar sobre operação no Rio: “Não é hora de palanque, é hora de união”

O parlamentar destacou que o Rio precisa de leis mais eficazes e da união de todos os setores para enfrentar a violência e garantir segurança à população

Rodrigo Bacellar cobra leis mais duras e pede união após megaoperação no Rio que deixou mais de 100 mortos e 81 presos.

Reprodução | Divulgação

Após a maior operação já realizada no Estado do Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho, que até o momento deixou mais de 100 mortos, 81 presos e mais de 100 fuzis apreendidos, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, usou as redes sociais para reforçar seu compromisso com o combate ao crime organizado e pedir a união entre os poderes.

Bacellar, que recentemente apresentou o Pacote de Enfrentamento ao Crime, já sancionado, voltou a defender o endurecimento das leis contra criminosos reincidentes. Segundo ele, a atual legislação permite que “muitos marginais sejam presos hoje e soltos amanhã”, o que fragiliza o trabalho das forças de segurança.

“É preciso rever as leis. Muitos dos que trocaram tiros com a polícia já estiveram presos diversas vezes. A sociedade exige respostas mais firmes. Precisamos de uma legislação dura, que garanta a punição efetiva de quem desafia o Estado e aterroriza famílias”, destacou o parlamentar.

Bacellar também ressaltou que o momento exige cooperação e não disputas políticas. “Não é hora de palanque, é hora de união. Todos que amam o Rio de Janeiro devem somar forças. Um estado mais seguro é o desejo de todas as famílias de bem”, afirmou.

A megaoperação conjunta entre as polícias Civil e Militar, com apoio de forças federais, mobilizou mais de 2.500 agentes nas comunidades da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio, em uma das maiores ações já registradas contra o tráfico de drogas no estado.

*Da Agência Fonte Exclusiva.

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