Francisco Cuoco, um dos grandes nomes da dramaturgia nacional, morreu na quinta-feira (19), em São Paulo, aos 91 anos. Segundo o Hospital Albert Einstein, onde estava internado, a causa foi falência múltipla dos órgãos.
Com mais de 60 anos de carreira, Cuoco destacou-se no teatro, no cinema e na televisão, tornando-se um dos artistas mais respeitados do país. Ele nasceu em 1933, no bairro do Brás, em São Paulo.
Em nota, a família informou que o ator morreu em paz, de forma tranquila e serena.
Legado para cultura brasileira
Francisco Cuoco deixa um legado de décadas, conquistando diferentes gerações com atuações marcantes.
Na televisão, criou personagens que entraram para a história:
- Carlão, o taxista de moral duvidosa em Pecado Capital (1975), em uma das parcerias memoráveis com a autora Janete Clair
- Herculano, o falso espiritualista em O Astro (1977)
- Traição (1998), como um marido confrontado com suas próprias fraquezas
- O Clone (2001), interpretou padre Matiolli
- Cafundó (2005), interpretando um coronel do interior paulista
Nos palcos, participou de diversas produções, consolidando-se como mestre da atuação e referência para novas gerações de artistas.
O corpo do ator está sendo velado nesta sexta-feira e em velório aberto ao público, das 7h às 15h, no Funeral Home, na Rua São Carlos do Pinhal, 376, Bela Vista, em São Paulo. O funeral será às 16h, e será restrito a familiares e amigos.
Da Agência Fonte Exclusiva.
