O prefeito eleito de Rio das Ostras (RJ), Carlos Augusto Balthazar (PL), terá que ter muita habilidade para contornar as ciladas do governo Marcelino Borba (foto).
Às vésperas do verão, temporada de escalada da dengue, zika e chikungunya, o atual governo dispensou 80 guardas de endemias que deveriam estar em campo combatendo focos do mosquito transmissor.
A temporada de verão começa oficialmente no dia 21 de dezembro e a posse de Carlos Augusto será no dia 1º de janeiro de 2025.
O mosquito não é o único problema. A rede municipal de saúde está em estágio de colapso, com carência de profissionais, sem ambulâncias, sucateamento de equipamentos para exames e pacientes dormindo no chão de unidades de saúde por falta de camas e macas. Uma sobrecarga no atendimento é tudo que não pode acontecer.
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Outro grande problema visível é o Fundo de Previdência dos Servidores, o OstrasPrev. O rombo no caixa financeiro em agosto era calculado em R$ 62 milhões, com previsão de chegar a R$ 71 milhões até o final de 2024.
