Advogado morre após possível ingestão de metanol em bar de SP

Luiz Fernando Pacheco passou mal após sair com amigos em Higienópolis; antes de morrer, escreveu em mensagem que teria tomado metanol.

A Polícia Civil investiga a morte do advogado Luiz Fernando Pacheco, que pode ter sido causada por intoxicação por metanol após sair de um bar em Higienópolis, São Paulo. Caso foi registrado como morte súbita.

Imagem: Reprodução/ Agência RT

A Polícia Civil de São Paulo apura se a morte do advogado criminalista Luiz Fernando Pacheco, de 46 anos, foi causada por intoxicação por metanol. Ele faleceu na madrugada de quarta-feira (1º), no bairro de Higienópolis, região central da capital paulista, após sair com amigos para comemorar a aprovação da isenção do Imposto de Renda.

Segundo relatos de pessoas próximas, enquanto os amigos consumiram cerveja no bar, Pacheco optou por uísque. Pouco tempo depois de deixar o local, ele passou mal dentro de um táxi. Os demais presentes não apresentaram qualquer sintoma.

Mensagens enviadas pelo celular do advogado indicam uma sequência preocupante de eventos

De acordo com o boletim de ocorrência, ele foi encontrado na Rua Itambé com convulsões e dificuldade para respirar. Acionado por populares, o SAMU prestou atendimento emergencial e o levou à Santa Casa, mas o advogado não resistiu.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirmou que o caso foi registrado como morte súbita no 78º Distrito Policial (Jardins) e aguarda os laudos do Instituto Médico Legal (IML) e de toxicologia para esclarecer as causas da morte.

Luiz Fernando Pacheco era conhecido no meio jurídico por atuar em casos de repercussão nacional e militava em pautas ligadas aos direitos humanos e garantias constitucionais.

Da Agência Fonte Exclusiva.

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