A Polícia Civil de São Paulo apura se a morte do advogado criminalista Luiz Fernando Pacheco, de 46 anos, foi causada por intoxicação por metanol. Ele faleceu na madrugada de quarta-feira (1º), no bairro de Higienópolis, região central da capital paulista, após sair com amigos para comemorar a aprovação da isenção do Imposto de Renda.
Segundo relatos de pessoas próximas, enquanto os amigos consumiram cerveja no bar, Pacheco optou por uísque. Pouco tempo depois de deixar o local, ele passou mal dentro de um táxi. Os demais presentes não apresentaram qualquer sintoma.
Mensagens enviadas pelo celular do advogado indicam uma sequência preocupante de eventos
- 00h03 – mensagem enviada em grupo de WhatsApp e apagada;
- 00h06 – escreveu: “Desculpe os erros, tomei metanol”;
- 00h50 – ocorrência registrada;
- 01h40 – morte confirmada.
De acordo com o boletim de ocorrência, ele foi encontrado na Rua Itambé com convulsões e dificuldade para respirar. Acionado por populares, o SAMU prestou atendimento emergencial e o levou à Santa Casa, mas o advogado não resistiu.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirmou que o caso foi registrado como morte súbita no 78º Distrito Policial (Jardins) e aguarda os laudos do Instituto Médico Legal (IML) e de toxicologia para esclarecer as causas da morte.
Luiz Fernando Pacheco era conhecido no meio jurídico por atuar em casos de repercussão nacional e militava em pautas ligadas aos direitos humanos e garantias constitucionais.
Da Agência Fonte Exclusiva.
