Polícia Civil apreende materiais na residência de Bia Miranda durante investigação sobre jogos de azar

Influenciadora afirma que cédulas e joias eram usadas apenas para ensaios fotográficos com caráter artístico.

Durante a segunda fase da Operação Desfortuna, a Polícia Civil apreendeu objetos na casa de Bia Miranda. Influenciadora afirma que materiais tinham uso artístico e não criminoso.

Imagem: Reprodução

Na sexta-feira (27), a Polícia Civil realizou a apreensão de cédulas cenográficas, joias, um veículo e dispositivos eletrônicos na residência da influenciadora digital Bia Miranda, como parte da segunda fase da Operação Desfortuna, que investiga a promoção de jogos de azar ilegais nas redes sociais.

Em resposta à ação, Bia utilizou suas redes sociais para esclarecer que os objetos seriam utilizados apenas em ensaios fotográficos de caráter artístico, sem qualquer finalidade criminosa.

Segundo a influenciadora, as cédulas foram adquiridas em um site internacional de moda e planejadas para composições visuais inspiradas em produções estrangeiras, com notas espalhadas em cenários, sem enganar seguidores.

Ela destacou que algumas notas eram visivelmente falsas, apresentando imagens incompatíveis com moedas oficiais, e que jamais foram usadas para atrair apostadores.

A defesa de Bia Miranda, composta pelos advogados Mayara Rodriguez, Graziella Salti, Marco Antonio Pereira Marques e Felipe Passos, ressaltou que a busca e apreensão é um procedimento investigativo previsto em lei e não implica reconhecimento de culpa.

De acordo com eles, o uso de objetos cenográficos é prática comum em marketing digital, campanhas publicitárias e produções promocionais, sem caracterizar crime.

As investigações prosseguem, com análise detalhada dos materiais apreendidos e bloqueio das contas da influenciadora. A Polícia Civil afirma que a operação integra ações mais amplas contra organizações criminosas que promovem jogos de azar ilegais e causam prejuízos a vítimas.

A defesa de Bia reforçou que a influenciadora colabora integralmente com as autoridades e confia que a apuração confirmará a legalidade de suas condutas, preservando seu direito à presunção de inocência.

*Da Agência Fonte Exclusiva

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