Brasil manifesta preocupação com mortes na fronteira Colômbia-Equador e pede moderação

Governo brasileiro acompanha situação e se coloca à disposição para apoiar diálogo visando paz e segurança na região.

O Brasil expressa preocupação com mortes na fronteira Colômbia-Equador e incentiva moderação entre os países. Governo se oferece para mediar soluções pacíficas e garantir segurança regional.

Imagem: Divulgação/ Redes Sociais

O Governo brasileiro divulgou nesta quarta-feira (18) um comunicado oficial manifestando preocupação com relatos de mortes na região de fronteira entre a Colômbia e o Equador.

Segundo o texto, o Brasil acompanha atentamente os acontecimentos e lamenta a perda de vidas na área.

“O Governo brasileiro insta as partes envolvidas à moderação, com vistas a buscar solução pacífica para a controvérsia”, afirma a nota, acrescentando que o país se coloca à disposição para apoiar iniciativas de diálogo que visem preservar a paz e a segurança na fronteira.

Tensão entre os países

O aumento da tensão ocorreu após denúncias do presidente colombiano, Gustavo Petro, sobre explosões registradas no lado colombiano da fronteira. Petro declarou que investigações iniciais indicam que um dos explosivos encontrados pertenceria ao Exército equatoriano.

“Foi comprovado que a bomba encontrada em território colombiano pertence ao Exército equatoriano. A investigação continua e haverá uma nota de protesto diplomático”, escreveu Petro.

Segundo ele, os ataques teriam causado ao menos 27 mortes e não teriam sido realizados por grupos armados ou pelas forças públicas colombianas.

Em resposta, o presidente do Equador, Daniel Noboa, negou as acusações, afirmando que as operações militares do país ocorrem dentro do território equatoriano. “Presidente Petro, suas declarações são falsas; estamos atuando em nosso território, não no seu”, declarou Noboa.

O caso permanece sob monitoramento internacional, com o Brasil se colocando como mediador em possíveis esforços diplomáticos para reduzir a tensão e buscar soluções pacíficas para a região.

*Da Agência Fonte Exclusiva

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