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Home Política
Saiba como usar a colinha eleitoral no segundo turno de 2026 e confira os cuidados para evitar erros ao digitar os números dos candidatos.

Imagem: Reprodução/Joédson Alves/Agência Brasil

Colinha eleitoral ajuda a evitar erros na votação

Anotar os números dos candidatos em papel é permitido e pode facilitar a votação no segundo turno das eleições de 2026.

redacao Por redacao
25/10/2026 - 09:33
em Política
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Na hora de votar, lembrar o número de cada candidato pode ser um desafio, especialmente para quem acompanha várias disputas eleitorais. Para evitar confusões na cabine, a Justiça Eleitoral permite que os cidadãos levem uma anotação em papel com os números escolhidos, conhecida como colinha eleitoral.

A prática ajuda a conferir as informações durante a votação e reduz o risco de digitar números incorretos na urna eletrônica.

O que pode ser levado para a cabine?

O eleitor pode levar uma lista em papel com os números dos candidatos em quem pretende votar. O uso de celulares, câmeras e outros dispositivos eletrônicos na cabine é proibido para preservar o sigilo da votação.

Antes de entrar na cabine, o cidadão deve deixar o telefone celular e os demais equipamentos eletrônicos com os mesários, conforme as regras eleitorais. A recusa em entregar os aparelhos pode impedir a votação naquele momento e levar ao registro da ocorrência.

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Também é necessário apresentar um documento oficial com foto para comprovar a identidade. O título de eleitor físico não é obrigatório quando a identificação pode ser confirmada por outro documento válido.

O aplicativo e-Título também oferece informações eleitorais e a versão digital do título para quem possui acesso à ferramenta. Antes de sair de casa, é importante conferir o endereço da seção eleitoral.

Erros com números marcaram o primeiro turno

Confundir números de partidos e candidatos pode levar à anulação do voto. No primeiro turno de 2026, situações relatadas no Distrito Federal e no Rio de Janeiro chamaram atenção para a importância de conferir os dados antes de confirmar a escolha na urna.

No Distrito Federal, Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT) avançaram para o segundo turno na disputa pelo governo distrital. Segundo os números mencionados no relato original, cerca de 26 mil eleitores teriam digitado o número 22, associado ao PL, que não tinha candidatura ao governo do DF. O número de Celina Leão era 11.

Como o número digitado não correspondia a uma candidatura válida para aquele cargo, os votos foram anulados, conforme a informação apresentada.

Confusão envolvendo candidatura no Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, o relato original também menciona eleitores que teriam digitado o número 13, associado ao PT, acreditando votar em Eduardo Paes, apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com os dados citados, aproximadamente 204 mil eleitores teriam cometido esse equívoco. O número de Paes era 55, e não havia candidatura do PT ao governo estadual.

Esses números e a relação entre os votos anulados e o resultado eleitoral precisam ser conferidos em fontes oficiais antes da publicação, para evitar a divulgação de informações incorretas.

Como evitar erros na hora de votar

Alguns cuidados simples podem ajudar o eleitor a registrar corretamente sua escolha:

  • Anotar em papel os números dos candidatos escolhidos.
  • Conferir se o documento de identificação com foto está em mãos.
  • Consultar antecipadamente o endereço, a zona e a seção eleitoral.
  • Entregar o celular e outros equipamentos eletrônicos aos mesários antes de entrar na cabine.
  • Conferir o nome, a fotografia e as informações exibidas na urna antes de confirmar o voto.

A colinha eleitoral é um recurso permitido que pode tornar a votação mais organizada. Preparar a anotação com antecedência e verificar os números dos candidatos são medidas importantes para evitar enganos no dia da eleição.

*Da Agência Fonte Exclusiva

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