A operação para retirar o navio Skandi Amazonas, que permanece encalhado na Praia Campista, em Macaé, contará com um esquema especial de segurança a partir deste domingo (2).
A Prefeitura mobilizou equipes da Defesa Civil e da Guarda Municipal para acompanhar a movimentação, enquanto a Marinha fará o monitoramento das atividades no mar.
O trabalho dos agentes municipais será concentrado no isolamento do trecho e na orientação de moradores e visitantes durante os procedimentos de reflutuação da embarcação.
A operação envolve cabos, âncoras e equipamentos de grande porte que podem ficar submetidos a níveis elevados de tensão e representar risco para pessoas que estejam próximas.
Segundo o secretário de Defesa Civil, Joseferson de Jesus, a área onde estão posicionadas as âncoras permanecerá isolada. Durante a conexão com o navio rebocador, os cabos utilizados para a retirada poderão sofrer forte tensionamento, motivo pelo qual a recomendação é evitar qualquer aproximação.
A empresa responsável pelo Skandi Amazonas também disponibilizou profissionais para reforçar a segurança patrimonial. No mar, a Marinha estabeleceu uma área de exclusão no entorno da embarcação, impedindo a navegação durante a execução dos trabalhos.
A operação deverá prosseguir nos próximos dias, mas o cronograma poderá ser alterado conforme as condições da maré e o andamento das etapas necessárias para a remoção do navio.
Veja o que está proibido durante a operação
Para reduzir o risco de acidentes, a população deverá respeitar as áreas delimitadas pelas equipes e seguir as orientações das autoridades.
Entre as principais recomendações estão:
- Não entrar ou permanecer na faixa de areia isolada próxima ao navio;
- Não acessar o mar dentro da área delimitada para a operação;
- Não realizar pesca, banho, kitesurf, caiaque, stand-up paddle ou outras atividades esportivas e náuticas no trecho interditado;
- Respeitar cercas, barreiras e placas de sinalização;
- Seguir as orientações da Defesa Civil, Guarda Municipal, Marinha e equipes de segurança;
- Não tocar nem se aproximar de cabos, correntes ou equipamentos de amarração instalados na areia ou na água;
- Evitar circular por áreas de restinga e preservar a vegetação costeira.
As medidas têm caráter preventivo e buscam proteger tanto a população quanto os profissionais envolvidos na retirada da embarcação.
Durante a operação, estruturas e cabos de grande porte serão movimentados entre a faixa de areia e o mar. A aproximação de pessoas não autorizadas pode interferir nos trabalhos e aumentar o risco de acidentes graves.
*Da Agência Fonte Exclusiva.
