A eliminação precoce da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 não alterou os planos da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) em relação a Carlo Ancelotti.
Apesar da derrota para a Noruega nas oitavas de final, o treinador italiano permanece no comando da equipe e tem contrato garantido até o Mundial de 2030.
O novo vínculo foi firmado em maio de 2026, às vésperas da estreia do Brasil na Copa do Mundo, reforçando a aposta da entidade em um projeto de longo prazo para a reconstrução da Seleção.
Pelos termos do contrato, Ancelotti recebe 10 milhões de euros por temporada, valor que corresponde a aproximadamente R$ 59,3 milhões na cotação atual. Com isso, o italiano tornou-se o técnico de seleção mais bem remunerado do futebol mundial.
A remuneração mensal do comandante gira em torno de R$ 4,9 milhões. Ao final do vínculo, o montante pago pela CBF deverá alcançar cerca de R$ 237 milhões.
Ancelotti assumiu oficialmente a Seleção Brasileira em maio de 2025 e seguirá liderando o processo de renovação da equipe após a campanha encerrada ainda nas oitavas de final da Copa de 2026.
O principal objetivo da comissão técnica agora será preparar o elenco para o próximo ciclo mundial, que culminará na Copa do Mundo de 2030.
A edição de 2030 será histórica por marcar o centenário do torneio. A competição terá uma organização inédita, com jogos distribuídos entre seis países: Marrocos, Argentina, Paraguai, Uruguai, Espanha e Portugal.
*Da Agência Fonte Exclusiva
