O Rebate
  • Home
  • Brasil
  • Cidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Canal VIU
  • Tecnologia
  • Internacional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
O Rebate
  • Home
  • Brasil
  • Cidades
  • Saúde
  • Cultura
  • Canal VIU
  • Tecnologia
  • Internacional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
O Rebate
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Home Brasil
Ministro do STF intimou a defesa de Jair Bolsonaro a se manifestar sobre suposto documento de pedido de asilo à Argentina e descumprimento de medidas cautelares. PF encontrou arquivo em celular do ex-presidente.

Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) • Rosinei Coutinho/STF

Nomes de Moraes e Zanin constavam em anotações de grupo de extermínio

Operação da PF mira grupo que cobrava até R$ 250 mil para monitorar e assassinar autoridades

Redação Por Redação
28/05/2025 - 15:55
em Brasil
0
CompartilharCompartilharCompartilhar

Os nomes dos ministros Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), aparecem em anotações apreendidas pela Policia Federal (PF) no âmbito da operação que investiga um grupo que cobrava até R$ 250 mil para monitorar e assassinar autoridades. A investigação ainda apura se houve monitoramento dos magistrados.

Segundo fontes ligadas à investigação do caso, a tabela de preços para o monitoramento das autoridades também previa o valor de R$ 150 mil se a vítima fosse senador e R$ 100 mil se a vítima fosse deputado.

A operação prendeu cinco integrantes da organização criminosa e cumpriu mandados de busca e apreensão nos estados de Mato Grosso, São Paulo e Minas Gerais. A operação foi autorizada por Zanin.

Entre eles, estão:

  •  Aníbal Manoel Laurindo – fazendeiro apontado como mandante do assassinato de Zampieri. Já havia sido preso em 2024 e foi solto. Fazia uso de tornozeleira eletrônica.
  • Gilberto Louzada da Silva – seria próximo a Aníbal. Se apresenta nas redes sociais como “consultor de segurança patrimonial” e “instrutor de tiro”. Também afirma ter sido sargento de infantaria do Exército entre 1985 e 1992.
  • Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas – coronel da reserva do Exército desde 2002, está preso desde janeiro de 2024 pelo assassinato de Zampieri. É apontado como um dos executores. Foi alvo de novo mandado de prisão nesta quarta.
  • Antônio Gomes da Silva – também réu e acusado de participação na execução. Está preso desde janeiro de 2024. Foi alvo de novo mandado de prisão nesta quarta.
  • Hedilerson Fialho Martins – apontado como intermediador entre os mandantes e os executores. Está preso desde 2024. Foi alvo de novo mandado de prisão nesta quarta.

A defesa do coronel Etevaldo Caçadini disse que, até o momento, “não foi encontrado qualquer elemento ilícito relacionado aos acusados nas buscas realizadas na capital mineira”. Os advogados também reiteraram a confiança nas instituições e reafirmaram “a convicção na inocência” do militar.

Entenda

As ações fazem parte de um inquérito que tramita sob sigilo e que apura também a venda de sentenças judiciais envolvendo servidores do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT).

O grupo investigado era composto por civis e militares da ativa e da reserva, e se autodenominava “Comando C4” — sigla para Comando de Caça a Comunistas, Corruptos e Criminosos.

O grupo tem ligação com a execução do advogado Roberto Zampieri, assassinado em 2023 em Cuiabá (MT). Ele era apontado como figura central em um esquema de intermediação de sentenças judiciais.

Leia Também

Brasil terá alerta de tempestades no Sul e na Região Norte nesta quarta-feira

Jogos da Juventude 2026 começam em Foz do Iguaçu com recorde de participantes

A investigação da PF indica que o grupo atuava também para lavar dinheiro por meio de uma rede empresarial e financeira, com origem em supostas propinas pagas para a compra de decisões judiciais no STJ.

Entre os alvos da apuração estão advogados, lobistas, empresários, assessores parlamentares, chefes de gabinete e magistrados. Os crimes investigados incluem organização criminosa, corrupção, exploração de prestígio e violação de sigilo funcional.

Da Agência Fonte Exclusiva, com informações da CNN.

Tags: #Alexandre de Moraes#Grupos de extermínio
CompartilhamentoEnviarEnviar
Notícia anterior

Mega-Sena acumula e prêmio sobe para R$ 11 milhões; veja os números sorteados

Próxima notícia

EUA vão negar visto a estrangeiros que “censurem” americanos

Redação

Redação

O Rebate é um site localizado em Macaé, mas de olho em tudo o que acontece no Estado do Rio, no Brasil e no mundo.

CONTATO

E-mail:
[email protected]

Conheça O Rebate

EDITORIAS

  • Brasil
  • Canal VIU
  • Cidades
  • Concurso
  • Cultura
  • Economia
  • Esporte
  • Internacional
  • Opinião
  • Política
  • Saúde
  • Sonhos
  • Tecnologia

Criação Web Tchê Digital

Nada encontrado
Ver todos os resultados
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Cultura
  • Brasil
  • Canal VIU
  • Cidades

Criação Web Tchê Digital